Segundo informação do BG, entre os detidos está o vereador da cidade pernambucana de Goiana, Ramon Aranha (União). Ele seria um dos suspeitos de envolvimento em fraude durante a aplicação do concurso público. As prissão ocorrerão em Mossoró e Natal
Vereador Ramon Aranha, da cidade de Goiana (PE)
A Polícia Civil do RN prendeu em flagrante, neste domingo, 13,, 12 pessoas suspeitas de envolvimento em fraude durante a aplicação das provas do concurso público da Polícia Penal do RN, em Natal e Mossoró. A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), por meio da Polícia Penal, e da Secretaria de Estado da Administração (SEAD).
Segundo informação por Blog do BG, entre os detidos está o vereador da cidade pernambucana de Goiana, Ramon Aranha (União Brasil). Ele seria um dos suspeitos de envolvimento em fraude durante a aplicação do concurso público.
De acordo com informações do site Radar Político 365, a assessoria do vereador informou que ele foi liberado, retornou a sua cidade e responderá em liberdade.
Dos 12 detidos, 1o foram presos em Mossoró e outros dois em Natal. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos teriam utilizado equipamentos eletrônicos para obter ou transmitir informações durante a realização da prova, o que pode caracterizar fraude em concurso público.
As investigações apontam para a possível atuação de terceiros responsáveis pela resolução das questões fora dos locais de aplicação e pela transmissão das respostas aos candidatos por meio de equipamentos eletrônicos.
As condutas investigadas podem se enquadrar no artigo 311-A do Código Penal, que prevê como crime a utilização ou divulgação indevida de conteúdo sigiloso de concurso público, com o objetivo de beneficiar a si ou a terceiros ou de comprometer a credibilidade do certame. A pena prevista é de reclusão de um a quatro anos, além de multa.
Os 12 suspeitos foram conduzidos para os procedimentos cabíveis. As circunstâncias da fraude e a eventual participação de outras pessoas serão apuradas no decorrer das investigações.
A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), por meio da Polícia Penal, e da Secretaria de Estado da Administração (SEAD). As equipes acompanharam as ocorrências identificadas durante a aplicação do certame.
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