Sexta-Feira, 06 de março de 2026

Postado às 17h15 | 25 Fev 2026 | Redação Secretaria de Saúde do RN descarta caso de monkeypox em Mossoró

A mulher está internada no Hospital Rafael Fernandes. Ela deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do bairro Alto de São Manoel, no último dia 20 deste mês com quadro clínico em investigação para Mpox

Crédito da foto: Imagem ilustrativa A mulher está internada no Hospital Rafael Fernandes

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou para a reportagem do JORNAL DE FATO, na tarde desta quarta-feira (25), que o exame da paciente de 19 anos, internada em Mossoró com suspeita de monkeypox, doença conhecida como ‘Varíola dos Macacos’, deu negativo. A informação foi dada inicialmente pelo TCM Notícia.

A mulher está internada no Hospital Rafael Fernandes. Ela deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do bairro Alto de São Manoel, no último dia 20 deste mês com quadro clínico em investigação para Mpox. Ainda não há previsão de quando a paciente receberá alta hospitalar. O estado de saúde da jovem é estável.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral. O diagnóstico da mpox é realizado de forma laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético.

A principal forma de transmissão da mpox ocorre por meio do contato direto pessoa a pessoa (pele, secreções) e exposição próxima e prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias. Ocorre, principalmente, por meio do contato direto pessoa a pessoa com as erupções e lesões na pele, fluidos corporais (tais como pus, sangue das lesões) de uma pessoa infectada. Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infectantes, o que significa que o vírus pode ser transmitido por meio da saliva.

A infecção também pode ocorrer no contato com objetos recentemente contaminados, como roupas, toalhas, roupas de cama, ou objetos como utensílios e pratos, que foram contaminados com o vírus pelo contato com uma pessoa doente. Já a transmissão por meio de gotículas, normalmente, requer contato próximo prolongado entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos, pessoas com maior risco de infecção.

O teste para diagnóstico laboratorial será realizado em todos os pacientes com suspeita da doença. A amostra a ser analisada será coletada, preferencialmente, da secreção das lesões. Quando as lesões já estão secas, o material encaminhado são as crostas das lesões. As amostras estão sendo direcionadas para os laboratórios de referência no Brasil.

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