Sexta-Feira, 06 de março de 2026

Postado às 16h15 | 16 Fev 2026 | redação Duas cidades do Rio Grande do Norte terão eleições para prefeito em maio

Crédito da foto: Ilustrativa Eleitores de Itaú e Ouro Branco voltarão às urnas em maio

Da Redação do Jornal de Fato

Antes das eleições gerais de 4 de outubro deste ano, eleitores de dois municípios do Rio Grande do Norte irão às urnas para eleger prefeito e vice-prefeito. As eleições suplementares serão realizadas em Itaú, na região do Alto Oeste; e Ouro Branco, no Seridó.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) marcou as eleições suplementares para o dia 17 de maio, depois de ter cassado os mandatos dos eleitos no pleito de 2024. A definição das datas ocorreu em sessões plenárias realizadas neste mês.

Em Itaú, município com pouco mais de 4,6 mil eleitores, tiveram os diplomas cassados o prefeito Francisco André Régis Júnior (PP) e o vice Paulo Fernandes Maia (MDB), reeleitos em 2024. A Justiça Eleitoral entendeu que houve abuso de poder político e econômico, além da prática de conduta vedada.

As irregularidades apontadas estão relacionadas a dois eventos promovidos pela prefeitura em 2024: o “Dia das Mães Itauenses” e o “XVI Arraiá do Zé Padeiro”. No evento em homenagem ao Dia das Mães, mais de 800 mães participaram de café da manhã e concorreram ao sorteio de cerca de 300 brindes considerados de valor significativo.

No caso do Arraiá do Zé Padeiro, o TRE-RN entendeu que o show de encerramento do cantor Rey Vaqueiro, contratado por R$ 120 mil com recursos públicos, foi desvirtuado para promoção pessoal do prefeito em período próximo às eleições.

Além da cassação, o agora ex-prefeito Dr. André foi declarado inelegível por oito anos.

 

Ouro Branco

No município seridoense de Ouro Branco, com pouco mais de 4 mil eleitores, o prefeito Samuel Oliveira de Souto (PL) e o vice Francisco Lucena de Araújo (PP) tiveram os diplomas cassados pela Justiça Eleitoral por prática de conduta vedada, abuso de poder político e econômico, além de uso indevido dos meios de comunicação social.

O então prefeito Samuel Souto também foi declarado inelegível por oito anos.

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