A reunião foi coordenada pelo coordenador regional do Programa das Arboviroses da II Ursap, José Láz
O Programa das Arboviroses da II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), que engloba os municípios do Oeste Potiguar, realizou nesta quarta-feira (11) uma reunião destinada aos supervisores municipais do Programa das Arboviroses para discutir o preenchimento da planilha da metodologia de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), bem como promover a discussão sobre o calendário de realização do LIRAa/LIA, conforme divulgação pelo Ministério da Saúde.
A reunião foi coordenada pelo coordenador regional do Programa das Arboviroses da II Ursap, José Lázaro França de Araújo.
O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do mosquito.
A Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses do Departamento de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde orienta a implementação da estratégia de Borrifação Residual Intradomiciliar para o controle do Aedes nos municípios brasileiros.
“A Borrifação Residual Intradomiciliar para o Aedestem como objetivo promover maior proteção à população nos ambientes internos de imóveis de grande circulação de pessoas, através da aplicação de inseticida de efeito residual em superfícies onde os mosquitos possam pousar, para eliminar principalmente as fêmeas adultas", disse o coordenador regional José Lázaro França de Araújo.
“A Organização Mundial da Saúde atualmente recomenda a incorporação da BRI como uma das ferramentas e estratégias para o controle integrado de doenças transmitidas por Aedes aegypti. A utilização da BRI-Aedes é indicada para imóveis especiais (IE), locais com grande fluxo ou permanência de pessoas, tais como unidades básicas de saúde, creches, igrejas, centros comunitários, lares de idosos, residência de recicladores, rodoviárias, universidades e escolas, além dos pontos estratégicos. O inseticida é aplicado em paredes e superfícies onde os mosquitos costumam pousar, garantindo maior eficácia no controle do vetor. A técnica é segura para a população, animais domésticos e o meio ambiente”, ressaltou o coordenador.
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