Léo Jardim, goleiro do Vasco
Por Diogo Dantas / O Globo
Aos 31 anos, Léo Jardim tem futuro indefinido no Vasco em meio ao planejamento para 2027. Apesar de ter renovado contrato até 2030, com salário superior a R$ 1 milhão por mês, o goleiro passou a ser questionado após falhar em partidas importantes, como na semifinal contra o Boca Juniors.
Diante desse cenário, o departamento de futebol já trabalha com a possibilidade de contratar um jogador para disputar a posição na próxima temporada. A movimentação faz parte do planejamento para a montagem do elenco após a conclusão da venda da SAF para a Almirante Participações, da família Lamacchia.
A chegada de um concorrente para Jardim é uma das prioridades identificadas pelo departamento de futebol, que também pretende investir em um atacante de maior peso e em um volante capaz de reduzir a dependência de Thiago Mendes, hoje considerado sem reposição no elenco.Richarlison ainda pode voltar à pauta como opção para o ataque. A ideia é elevar o nível do elenco para 2027, com novos investimentos sob a estrutura da SAF.
Outras situações
Antes de avançar nas contratações, porém, o Vasco terá de resolver situações de jogadores emprestados até dezembro. As primeiras medidas previstas para o fim do ano incluem a compra do zagueiro Robert Renan e do lateral-esquerdo Cuiabano.
No caso de Robert Renan, o investimento será de 8 milhões de euros (cerca de R$ 47 milhões) por 70% dos direitos econômicos. O Vasco pretende exercer a opção de compra junto ao Zenit até 31 de outubro. Internamente, há a avaliação de que o defensor poderá receber propostas de valores superiores em breve, permitindo ao clube recuperar o investimento.
Cuiabano, por sua vez, custará 10 milhões de euros, aproximadamente R$ 60 milhões. Como o lateral pertence ao Nottingham Forest, da Inglaterra, a operação também dependerá do aporte financeiro do novo investidor.
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