Sábado, 07 de março de 2026

Postado às 09h45 | 17 Out 2025 | redação Arbitragem brasileira tem alto nível de rejeição em pesquisa com torcedores

Crédito da foto: Reprodução / CNN Esportes O árbitro Ramon Abatti Abel foi apontado como o profissional com as piores avaliações

Mais de 60% dos torcedores estão insatisfeitos ou muito insatisfeitos com a arbitragem brasileira. Esse é um dos dados levantados por uma pesquisa AtlasIntel sobre o assunto, divulgada nesta quinta-feira (16).

O instituto perguntou aos entrevistados: "em uma escala de 1 a 5, o quanto você está satisfeito(a) com a arbitragem brasileira?".

Deles, 46,2% afirmaram estar muito insatisfeitos. 25,9%, nem satisfeitos, nem insatisfeitos. 18,6%, insatisfeitos. 7,6%, satisfeitos e 1,7%, muito satisfeitos.

Metodologia

Foram consultadas 1.618 pessoas entre os dias 6 e 10 de outubro.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Entre os entrevistados, 60,5% eram homens e 39,5%, mulheres.

A consulta não foi feita pessoalmente, mas sim por um formulário virtual enviado a pessoas recrutadas organicamente durante a navegação de rotina na internet.

Vários tópicos ligados ao futebol nacional foram questionados, como "quanto você considera que cada árbitro acerta nas decisões" e "você acredita que o uso do VAR melhorou, piorou ou não mudou a qualidade da arbitragem".

 

O pior

O árbitro Ramon Abatti Abel foi apontado como o profissional com as piores avaliações dos torcedores brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pelo "AtlasInter".

Segundo o estudo, 38% dos entrevistados possuem uma imagem negativa do juiz de 36 anos. Além disso, 56% acreditam que o catarinense "erra sempre" na tomada de suas decisões.

Ramon Abatti Abel comandou a partida entre São Paulo e Palmeiras, pelo Brasileirão, que ficou marcada por uma arbitragem polêmica. Após o jogo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afastou o árbitro e Ilbert Estevam da Silva, comandante do VAR, por tempo indeterminado.

Ele também foi denunciado pela procuradoria do STJD, que o enquadrou no artigo 259 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de casos em que o profissional “deixa de observar as regras da modalidade”.

Fonte: CNN Esportes

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