..:: JORNAL DE FATO ::.. JORNALISMO DE VERDADE
MOSSORÓ (RN), DOMINGO, 14/03/2010 (ATUALIZADO: 00:40hs)
 
Untitled Document




» Barney e seus amigos

» Com tudo em cima
» Na onda do mal


TOTAL
Barney e seus amigos
Para marcar mais um ano positivo em sua lista de grandes sucessos no teatro, a Showlândia, por mais uma vez retira das telas um grande sucesso e leva aos palcos do teatro, desta vez com o mais carismático dinossauro roxo da TV, o Barney, tão querido pela garotada e seus amigos Baby Bop, BJ e Riff, e um grupo de crianças. O espetáculo "Barney e seus Amigos" levará as crianças para um mundo imaginário com situações inusitadas onde todos poderão brincar, ter surpresas, receber visitas, dançar, cantar, descobrir coisas novas, conhecer novos lugares e até assistir a um show de Rock in roll, no final de tudo o espetáculo se concretiza com a imaginação dos pequeninos. Juntos, eles irão invadir Mossoró e cantarão, dançarão e estimularão a imaginação das crianças. Carinhoso, animado e muito amistoso, Barney é o amigo que todas as crianças querem ter. O espetáculo está previsto para amanhã, às 17h, no Teatro Dix-huit Rosado.
Não existe um cenário ideal, tudo pode acontecer em uma casa, em um centro de atividades, um armário cheio de disfarces, um parque, um balanço, uma árvore ou uma velha ponte sobre uma lagoa. A simples idéia de um banco para se sentar pode fazer voar a imaginação. O parque, por exemplo, facilita as atividades ao ar livre e a exploração da natureza. Adultos, crianças e mascotes se divertem para valer. Com uma super produção de cenários, figurinos, adereços, luzes e coreografias, o espetáculo mostrará para as crianças que tudo é possível, se usarem as sua imaginação, com as lições politicamente corretas de amor e companheirismo.
O espetáculo com direção de Hugo Raffael e coreografias de Raquel Simpson, o elenco é formado por sete atores bailarinos que dão vida aos tão queridos personagens desta história, são eles: Hugo Raffael (Barney), Eclézio Lisboa (Baby Bop), Taciane Glaye (BJ). E Josias Fernando, Rodrigo Mota, José Edson e Manoel Dionísio como os amiguinhos do Barney.
O espetáculo se baseia na série "Barney & Friends"para a TV e direcionada ao público infantil, criada em 1992. A série apresenta Barney (um dinossauro púrpura e verde de quase dois metros de altura), seus amigos Baby Bop, BJ e Riff, e um grupo de crianças. Juntos, eles cantam, dançam e estimulam a imaginação das crianças,entre elas as cantoras e atrizesDemi Lovato e Selena Gomez. Especialistas em desenvolvimento infantil supervisionam cada episódio - desde a criação do conceito ate sua produção - garantindo que o conteúdo seja transmitido de acordo com o nível de aprendizado das crianças pequenas. Carinhoso, animado e muito amistoso, Barney é o amigo que todas as crianças querem ter.

Com tudo em cima
Só Nicole Bahls sabe o duro que dá para manter as invejáveis curvas que exibe todos os domingos no "Pânico Na TV", da Rede TV!. Além de cumprir uma puxada rotina de malhação, a "panicat" é adepta de uma alimentação extremamente balanceada, que prioriza, basicamente, as proteínas. "Malho todos os dias. Malhar para mim é igual a escovar os dentes. Quando não escovo, fico de mau humor", compara a assistente de palco do humorístico, ressaltando que não pretende perder a feminilidade com a musculação. "Não quero ficar musculosa. Tanto que não malho braço. Prefiro o visual mais definidinho", opina.
Para conservar os 60 kg distribuídos em 1,70 m de altura, Nicole tem um dia a dia muito parecido com o de uma atleta: a moça se levanta às sete da manhã, toma um café reforçado - constituído por oito claras de ovos e uma fatia de pão integral - e, às oito, parte para a academia de seu prédio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para começar a praticar os exercícios. Todos, é claro, sob os olhares atentos do "personal trainer" Vavá Silva. "Malho com o Vavá desde o dia em que o vi treinando uma moça que tinha um corpão. Hoje, mais do que meu 'personal', ele é meu amigo", derrama-se.
O carinho com que Nicole fala de Vavá tem razão de ser. A sarada ajudante de palco vê o "personal" mais do que a própria família, que mora em Londrina, no Paraná. "Malho com o Vavá três vezes por semana, durante uma hora", destaca ela, que, nos outros dias, se dedica a uma série de exercícios aeróbicos na A! Body Tech Academia, também na Barra da Tijuca. "Eles me ajudam a queimar as gorduras e definir ainda mais os músculos", explica ela, que, de tão viciada nas atividades físicas, às vezes chega a malhar até no domingo. "O mais engraçado é que comecei a malhar apenas pela necessidade de manter o corpo. Depois é que virou paixão", observa.
Não é só na hora de cuidar do corpo, no entanto, que Nicole age de maneira disciplinada. Quando o assunto é seu trabalho na tevê, a paranaense não fica atrás. "Procuro fazer de tudo para amadurecer dentro do 'Pânico'. Afinal, o programa exige muito improviso e rapidez de pensamento", acredita a moça, que, além de assistente de palco, participa ao lado de Bola e da "Panicat" Dani Bolina o quadro "Pânico Delivery", que pega um bêbado na noite e o leva para casa com segurança.
É durante a gravação do quadro, aliás, que Nicole mais percebe o que os homens estão achando de suas suadas curvas. Afinal, o que ela mais recebe é cantada "engraçadinha". "É cada coisa que a gente ouve!", diverte-se ela, admitindo, porém, que não se assusta com o teor abusado e, algumas vezes, bizarro dos galanteios que escuta. "Trabalho com o corpo exposto, de biquíni. É normal as pessoas falarem", reconhece. Se dos homens a "panicat" escuta um monte de besteiras, das mulheres ela ouve sempre a mesma pergunta. "Todas querem saber o que faço para ficar com o bumbum assim, como é a minha alimentação...", conta.
Formada em Jornalismo, Nicole começou na carreira de modelo sem querer. Ela lembra que a ideia surgiu na época em que fazia a faculdade, quando um professor amigo e sua esposa sugeriram que ela se inscrevesse no concurso "Musa do Brasileirão 2007", promovido pelo site globoesporte.com. "Por causa da insistência deles, me inscrevi e comecei a passar por várias eliminatórias até ganhar o concurso", recorda ela, acrescentando que, a princípio, não recebeu o apoio dos pais: os advogados Sérgio Bahls e Vera Barbosa. "Hoje minha mãe é minha maior incentivadora. É a mais empolgada com o meu trabalho", derrete-se.

Na onda do mal
Interpretar um vilão é, quase sempre, um dos maiores desejos dos atores. Com Lana Rhodes não foi diferente. Desde que estreou na televisão - seu primeiro trabalho foi como a descolada Flávia de "Alta Estação", na Record -, a atriz não via a hora de viver uma antagonista. Em seu terceiro trabalho na emissora, ela conquistou o papel da invejosa Tafnes, da minissérie bíblica "A História de Ester". "A graça em ser ator é poder ser outra pessoa, fazendo coisas que eu nunca faria", explica. Quando soube que ia dar vida à vilã da história - que se passa na Pérsia antiga, em 400 a.C -, Lana teve mais um motivo para comemorar. Isso porque, a atriz sempre se interessou por histórias bíblicas. "Sempre li a Bíblia", garante.
Lana só não imaginava que o processo de criação da personagem fosse exigir tanta dedicação. A intérprete da egípcia que disputa a atenção do Rei Assuero com Ester, protagonista da história, vivida por Gabriela Durlo, fez várias pesquisas sobre os costumes da época. "Tive aulas com historiadores para saber como os egípcios se comportavam. Isso tornou o trabalho mais fácil", analisa a paranaese. Em dias de gravação, ela também dedicava longas horas à transformação. Para compor o papel, a atriz passava por duas horas preparando seu visual antes de cada gravação. "Eu tive de construir um personagem inteiro. Ela não tem nada de mim. Nem o jeito de andar, nem de olhar", destaca ela, que teve de abandonar o visual louro e adotar madeixas negras, lentes de contato castanhas e tonalizar a pele.
Baseada em uma história do Velho Testamento, a personagem de Lana, no entanto, não existe no livro de Ester. Na trama, escrita por Vivian de Oliveira, Tafnes é amante de Dalfom, de Gabriel Gracindo, e vai para o harém do rei na tentativa de conquistá-lo e tornar-se a rainha da Pérsia. "Não sei se isso facilitou ou dificultou meu trabalho, porque não tem referência", ressalta. Para alguns, interpretar uma antagonista pode ser um trabalho bem mais complexo. Para a atriz, porém, a personagem não soa como um problema. Pelo contrário. Ela se sente mais à vontade interpretando uma malvada do que uma mocinha. "É mais difícil fazer a boa moça do que a vilã. A boazinha tem de ser com mais naturalismo, senão fica clichê", compara.
A empolgação com o novo trabalho não passa despercebida em Lana. Apesar disso, a loura ainda não está satisfeita com a diversidade de papéis no currículo e não vê a hora de poder aliar as Artes Cênicas a sua outra paixão: a música. "Sou louca para fazer um musical. É minha próxima meta", revela a atriz-cantora, que também dança. Investir na carreira de artista sempre foi algo claro para Lana. Tanto que, desde os cinco anos, ela já sabia que essa era a profissão que queria seguir. "Sempre tive essa veia. Quando pequena, era a artista da minha cidade. Todo o evento que tinha, eu participava", relembra ela, que nasceu em Manoel Ribas, no estado do Paraná.
Justamente por ter começado a carreira ainda muito nova, Lana não sabe dizer desde quando se considera atriz. Ela começou a carreira como paquita da Xuxa, aos 14 anos. "A música foi meu primeiro contato, mas eu sempre fui atriz. A paquita também era um personagem", analisa. Em 2006, ela foi uma das 30 finalistas da primeira temporada de "Ídolos", no SBT. Apesar dos projetos paralelos, ela sempre se dedicou a estudar teatro mesmo quando trabalhava como modelo ou cantora. "Sempre quis estar pronta para quando a oportunidade chegasse", justifica.



       


Todos os direitos reservados à Santos Editora de Jornais Ltda.
É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site para fins comerciais sem prévia autorização.