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DeFato.com
CAPA
Silêncio,
Não!
Medo.
Dor. Vergonha. Passados minutos da agressão sofrida e sentida
na pele, o sentimento é de impotência. Mas, desde que
a lei Maria da Penha passou a vigorar, em setembro de 2006, as mulheres
vítimas de violência doméstica ou familiar passaram
a se sentir mais encorajadas a denunciar os agressores que lhes
roubam o sossego e a dignidade.
Não faz muito tempo: o homem denunciado pela mulher por agressão
poderia pagar com ações comunitárias, cestas
básicas e poderia voltar para casa. Razões que faziam
que muitas vítimas desistissem da denúncia ou retirassem
a queixa.
Com a lei Maria da Penha, a queixa não pode mais ser retirada
e, se feita poucas horas depois, o agressor é preso, além
de sofrer uma série de outras medidas punitivas mais rigorosas.
Hoje, muitas mulheres já têm conhecimento dessas e
outras determinações contidas na lei e se sentem mais
seguras para denunciar.
Na última semana, foi divulgada nacionalmente a "Pesquisa
Violência Doméstica contra a Mulher" do DataSenado,
que ouviu a opinião das entrevistadas referente à
lei Maria da Penha. Nessa pesquisa, 83% das mulheres residentes
em capitais conhecem ou já ouviram falar da lei.
Dentre as que conhecem, 58% souberam indicar, espontaneamente, uma
ou mais formas de proteção. As mais citadas foram
"prisão do agressor", "programas de proteção
à mulher" e "casa abrigo".
Das mulheres entrevistadas, 35% declararam conhecer a lei, mas não
souberam citar pelo menos uma das formas de proteção
que a legislação lhes garante. Das 827 entrevistadas,
160 disseram ter sofrido agressão.
"Depois que a lei Maria da Penha passou a vigorar aumentou
em todo o país as queixas, denúncias das mulheres
não só da agressão física, mas também
dos outros tipos de violência, como a agressão psicológica
como as ameaças, por exemplo, algo que não tinha tanta
presença antes. No Brasil, as denúncias aumentaram
106% e em Mossoró houve um aumento de 60% das queixas formais
por parte das mulheres", afirma a professora-doutora Fernanda
Marques de Queiroz, do curso de Serviço Social da Universidade
do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
ENCORAJAMENTO
Fernanda Marques há dez anos realiza pesquisas e estuda a
violência contra a mulher em Mossoró. Ela integra o
grupo do Núcleo de Estudos da Mulher Simone de Beauvoir (NEM/UERN).
O trabalho de pesquisa da professora sobre violência contra
a mulher em Mossoró após o seu doutoramento foi transformado
em livro, com o título "Não se rima amor com
dor - Cenas cotidianas de violência contra a mulher".
Atualmente, Fernanda Marques da pesquisa as dificuldades de implantação
na prática da lei Maria da Penha no Rio Grande do Norte,
ou seja, que problemas dificultam a aplicabilidade dessa lei.
A professora explica que ainda não se pode afirmar com certeza
se o aumento das queixas em delegacia especializada representa aumento
da violência, uma mudança de postura das mulheres,
ou os dois itens.
Os dados sobre violência contra a mulher em Mossoró
do NEM mostram que em 2007 não houve registro de assassinato
de mulher, enquanto que em 2008 foram registrados sete assassinatos.
O ano de 2009 mal começou e já foi registrado o assassinato
de duas mulheres.
"A partir desses assassinatos percebemos que o número
de assassinatos de mulheres aumentou. Mas não sabemos se
o aumento das queixas representa também aumento da violência.
Antes da lei as agressões praticamente não eram denunciadas.
O que é certo é que as mulheres estão se sentindo
mais encorajadas e seguras a denunciar os agressores, que em 90%
dos casos são homens com quem elas mantêm relações
de afetividade, especialmente maridos, ex-maridos, namorados e amantes",
explica Fernanda Marques.
De acordo com dados colhidos pela professora em suas pesquisas,
o número de queixas de agressão psicológica,
por exemplo, que antes da lei praticamente não aparecia nos
registros da Delegacia Especializada da cidade, no ano de 2007 foi
de 670. Em 2008, esse número aumentou para 700 queixas.
MEDO, INIMIGO DA RAZÃO
O conhecimento maior do que está contido na lei Maria da
Penha tem ajudado a reduzir o silêncio, a impunidade no caso
de violência doméstica e mudado a vida de muitas mulheres,
que não admitem mais ser agredidas novamente.
No entanto, pesquisadores e estudiosos da temática admitem
que a grande maioria das vítimas ainda não denunciam
seus agressores por medo.
Essa também foi uma das conclusões da pesquisa do
DataSenado. A pesquisa mostra que, entre as diferentes razões
que impedem a mulher de recorrer à lei para enfrentar seus
agressores, a principal delas é o "medo do agressor",
na percepção de 78% das entrevistadas em pergunta
de múltipla escolha. O dado é revelador porque o medo
se sobressai expressivamente em relação às
demais razões. As outras opções - "vergonha",
"não garantir o próprio sustento" e "punição
branda" - atingiram percentuais abaixo de 10%. Outros motivos
foram citados por 16% das mulheres. A análise desses dados
não deixa dúvida de que o medo é o principal
obstáculo na luta contra a violência doméstica
e familiar.
DRAMA REAL
Noite de sexta-feira.
W.R, de 26 anos, recebe a ligação do ex-marido, com
quem tem uma filha e de quem decidiu se separar desde junho de 2008,
pondo fim a um casamento de quatro anos.
Desde que se separou, há nove meses, ela falava pouco com
o ex-marido, apesar de sua insistência para que o relacionamento
voltasse. Naquela noite, ele a convidou para conversar sobre a filha,
a rotina escolar da menina que começaria, a compra do material
escolar. Foi aconselhada pela amiga a não aceitar, mas imaginou
que, sendo duas pessoas adultas, era preciso se acostumar a conversar
com ele sobre a filha.
Dentro do carro dele o rumo da conversa mudou: voltou a falar de
uma possível volta e questionou se ela já estava namorando.
A resposta de que não queria voltar e a confirmação
de que já estava namorando veio seguida de agressão
física.
"Enquanto dirigia, ele batia em mim e eu tentava revidar, em
vão. Não tinha como sair do carro, e ele é
mais forte do que eu. Dizia coisas horríveis, que iria acabar
comigo. Me bateu no rosto, nos braços, depois tomou o telefone,
ligou para meu atual namorado e o ameaçou. Eu dizia que iria
dar queixa, mas ele não acreditava em mim. Quando saí
do carro estava arrasada, arrebentada. Liguei para minha mãe
e uma amiga, que me buscaram. Não tinha forças, me
sentia péssima", conta ela.
No sábado, a jovem buscou a Delegacia da Mulher em Mossoró,
que estava fechada. Foi, então, à Delegacia de Plantão,
no Alto de São Manoel (zona leste). Ao chegar lá,
tímida, em consequência da violência que sofreu
na noite anterior, e que era visível no seu rosto, foi informada
pelos agentes de que o boletim de ocorrência não poderia
ser feito, pois o computador estava com defeito. A delegacia estava
cheia de ocorrências. Sem o boletim, não poderia preencher
a guia, obrigatória para que se realizasse o exame de corpo
e delito no Instituto Técnico e Científico de Polícia
(ITEP).
"Já foi difícil ir até a delegacia daquele
jeito e quando cheguei vi que não poderia fazer o B.O. Se
não tivesse certeza do que queria fazer, teria desistido
naquele momento. Mas, voltei na segunda-feira à Delegacia
da Mulher com minha advogada e pude completar o procedimento. Depois,
com medo dele, decidi viajar com minha filha, e quando voltei, o
juiz já havia decidido que ele ficaria distante de mim e
de meus familiares", relata ela sobre a medida protetiva garantida
com a lei Maria da Penha. Ele não foi preso porque ela não
conseguiu prestar a queixa no sábado, horas depois da agressão,
mas estava proibido de se aproximar, tendo de ficar a pelo menos
50 metros de distância dela e de seus familiares.
ESTÍMULO
W.R. é formada em Direito e sabe do conteúdo da lei
Maria da Penha. Nem por isso, sua reação na hora da
agressão foi diferente de outras mulheres: ela teve medo
e vergonha de denunciar. No entanto, as formas de proteção
conquistadas pelas mulheres com a lei Maria da Penha a impulsionaram
a denunciar. "Me senti mais segura por saber que a lei Maria
da Penha é rigorosa e que ele vai ter de pagar por isso.
Nada justifica o que ele fez comigo", explica.
Ela resolveu dar seu depoimento poucas horas antes de DOMINGO concluir
esta reportagem sobre a violência contra a mulher neste Dia
Internacional da Mulher. A jovem sabe que sua decisão de
falar pode ajudar a outras mulheres, que silenciam as agressões
por temerem o julgamento social, familiar e uma reação
ainda mais violenta por parte dos agressores: a de mudar de atitude
de repente.
"A lei é uma conquista. Demorou tanto para que uma lei
pudesse proteger a mulher como essa. É importante não
ter medo e denunciar", completa ela.
SAÚDE
Desconforto
Invisível
Desconforto, dor e irritação.
Estes são apenas alguns sintomas de quem sofre constantemente
de prisão de ventre ou como se diz no meio médico,
a constipação intestinal.
A doença pode ser definida como a diminuição
do número de evacuações para uma freqüência
menor que é três vezes na semana, associada à
mudança nas características das fezes que se tornam
pequenas e endurecidas.
A constipação intestinal é um mal que atinge
cerca de 15% da população ocidental, sendo que as
mulheres são as mais impactadas em uma estatística
de três mulheres para cada homem.
No Brasil, a prisão de ventre é um problema muito
frequente. Segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia,
20% dos brasileiros (ou 1/5) sofrem deste problema. As mulheres
são as mais afetadas, principalmente na faixa etária
de 40 a 49 anos. O problema torna-se acentuado após os 60
anos.
"As mulheres são as mais afetadas porque há inserido
aí, uma questão cultural. As mulheres reprimem mais
as suas necessidades físicas, orgânicas, se sentem
constrangidas e isso favorece a incidência maior da constipação
nelas", explica o médico gastroenterologista William
Rebouças.
O médico ressalta ainda que a prisão de ventre está
cada vez mais frequente nos atendimentos que realiza, principalmente
por fatores como a má alimentação, a falta
de exercícios físicos (sedentarismo) e estresse. Como
conseqüência da prisão de ventre freqüente
há ainda uma carga emocional onde os pacientes sentem nervosismo,
desânimo, irritação e exaustão.
"Se a constipação não for adequadamente
tratada, a longo prazo pode evoluir e gerar novas e graves complicações
para o organismo como diverticulose, hemorróidas, fissuras
anais e até mesmo o câncer de intestino", ressalta
o especialista.
Automedicação
Diante das explicações feitas pelo médico,
a alternativa que primeiro se apresenta é a do uso de laxantes.
Embora não existam dados sobre a incidência da prisão
de ventre no Rio Grande do Norte, um levantamento do Instituto IMS
Health (em inglês - Intercontinental Marketing Services) mostra
que a busca por este caminho é grande. Do começo do
ano de 2008 até outubro, só no estado mais de 158
mil unidades de laxantes foram disponibilizadas aos consumidores.
Um número que, de acordo com o levantamento, representa um
aumento do mercado local de mais de cerca de 4%.
O médico William Rebouças explica que esse crescimento
não só mostra que as pessoas estão sofrendo
de prisão de ventre, mas também que a automedicação
é comum nestes casos. Por isso, é preciso ter cuidado.
"Os laxantes são importantes para resolver o problema
em casos recomendados pelo médico. É comum verificar
que as pessoas costumam se automedicar e o uso constante de laxantes
vai condicionar o intestino a agir com mais lentidão e só
funcionar com o medicamento", recomenda o médico.
Novos hábitos
De acordo com ele, mudanças de hábitos de vida são
fundamentais e nelas estão incluídas uma dieta com
mais fibras, aumento da ingestão de água, exercícios
físicos.
"O ideal é mudar os hábitos de vida como optar
por uma alimentação rica em fibras, praticar exercícios
e beber líquidos. Em um número significativo de casos,
isto pode ser suficiente para melhorar ou corrigir o problema, mas,
em outros são necessárias medidas como a introdução
de medicamentos, que devem ser sempre prescritos pelo especialista,
conforme cada caso", completa William Rebouças.
Abaixo, o médico indica uma série de alimentos que
podem ser colocados no cardápio diário de acordo com
a quantidade de fibras. Mas, se o problema continuar a incomodar,
procure um especialista.

VENDAS
Tome
iniciativas
Depois de um tempo em uma organização
realizando determinada função, o funcionário
tende a se acomodar e esquecer que, muitas vezes, não obteve
o crescimento e um posto de maior representatividade na empresa
por não ter algo fundamental: a iniciativa.
Essa é a questão central do livro "O Poder da
Iniciativa", de autoria do economista potiguar Edivan Silva.
A obra, publicada pela editora Qualitymark (Rio de Janeiro), é
um convite entusiasmado à adoção da iniciativa
como prática profissional que faz a diferença, capaz
de alçar o funcionário a um posto de destaque. O livro
estimula o leitor a sair da zona de conforto, encoraja à
prática da iniciativa, do otimismo e de expectativas cada
vez mais positivas em relação ao trabalho e à
própria vida. "Até 2002, as publicações
nessa área de vendas, marketing e motivação
não falavam, ou falavam pouco da iniciativa individual como
um mecanismo que faz diferença para o profissional. Observei
que havia pouca coisa sobre iniciativa e atitude. Neste livro, nós
mostramos que a iniciativa é fundamental. O profissional
que sabe os seus objetivos e apresenta suas ideias tem iniciativa,
tende a ser valorizado pela empresa", ressalta o autor.
"O Poder da Iniciativa" é o primeiro de um total
de três livros que o autor está preparando nessa área.
Dentro de suas pesquisas na área motivacional leu diversos
trabalhos, pesquisou o comportamento humano em empresas e colocou
em prática algumas das iniciativas que sugeriu como funcionário
da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). De uma maneira
simples, o livro dá dicas importantes de como a iniciativa
pode promover transformações na imagem da empresa
e alçar o funcionário a postos de maior visibilidade.
As dicas apresentadas no livro servem para pessoas de todas as áreas
e profissões.
AUTOESTIMA
Para Edivan Silva, um caminho para que o profissional se motive
e tome iniciativas é fortalecer a sua autoestima.
"O segredo é fortalecer a autoestima para entender que
a possibilidade de receber uma negativa não deve intimidá-lo.
Ao tentar, ele pode receber um 'sim' ou um 'não'. Se ele
não tentar, já tem um não de cara", completa
o autor.
Edivan Silva também participa do livro "Gigantes da
Motivação", que reúne os 25 maiores especialistas
na motivação corporativa no Brasil, como Lair Ribeiro,
César Romão, Rodrigo Cardoso, Leila Navarro, dentre
outros, e do livro "Os 30 + em Atendimento e Vendas",
que reúne os 30 maiores nomes em atendimento e vendas.

CRÔNICA/LUCIA MELLO
Corpo
e mente juntos na hora da caminhada
É comum querer indicar caminhadas a
pessoas que estão pouco ou muito acima do peso. Porém,
essa prática pode oferecer benefícios mesmo para quem
está em forma. Tudo vai depender da maneira como você
encara o exercício e permite que ele se torne seu companheiro
de todos os dias.
A postura mental também poderá se tornar um fator
decisivo entre aproveitar mais ou menos os benefícios da
caminhada, se você souber usá-la a seu favor.
A recomendação médica é caminhar regularmente,
pelo menos uma hora por dia (ininterruptamente), impondo-se um ritmo
administrável, entre o passeio contemplativo e a marcha.
Isso porque o corpo necessita de disciplina e regularidade para
se habituar a qualquer tipo exercício.
A constância vence o desafio das dores musculares, do ritmo
imposto à caminhada e da distância percorrida por dia.
Também melhora, gradualmente, a capacidade respiratória
e a resistência física em geral.
Se você usa o pensamento positivo simultaneamente à
prática da caminhada e com isso vai emitindo sugestões
mentais para que suas pernas não doam, o exercício
elimine o excesso de peso e/ou ajude a queimar gorduras localizadas,
que sua respiração melhore, e outros comandos afins,
seu progresso será ainda mais rápido.
Confie em seu poder mental, pois tudo o que a mente deseja é
participar ativamente das atividades físicas e de tudo mais
em sua vida que possa proporcionar bem-estar físico e espiritual.
Quando o ato de caminhar se torna um hábito em sua vida e
deixa de causar incômodo físico, é sinal de
que é hora de explorar a mente ainda mais, trazendo-a como
aliada para o seu progresso enquanto ser integral. É hora,
portanto, de incluir contemplação e meditação
em sua prática.
Quando o corpo se condiciona a uma prática e a realiza sem
esforço, a mente fica livre para pensar em qualquer coisa.
Se você deixar sua mente navegar livremente, ela trará,
em primeiro lugar, pensamentos relacionados aos seus problemas cotidianos.
Isso faz parte do condicionamento mental que a maioria das pessoas
adquiriu por efeito da cultura social de que não se pode
sossegar enquanto os problemas não estiverem resolvidos.
Como os problemas surgem quase que diariamente, é quase impossível
não pensar em suas soluções. E é essa
predominância que aparece na hora em que a mente não
é direcionada pela vontade para um foco maior ou melhor.
Mas, se você conduz a mente para um pensamento mais elevado
e a faz se concentrar em algo positivo, ela resistirá um
pouco, mas acabará cedendo e colaborando com você.
São muitos os terapeutas holísticos que recomendam
a repetição de mensagens e pensamentos positivos durante
a caminhada. Alguns indicam, ainda, ouvir música relaxante
que ajude a manter o compasso respiratório. Tudo é
válido para tirar o melhor proveito desse exercício.
Lucia Mello é escritora, terapeuta holística e colabora
com o site Gosto de Ler - www.gostodeler.com.br.

GASTRONOMIA
Moshári
stifado
Ingredientes
1,5kg de pernil de vitela desossado
1,5kg de cebolas pequenas
1 xícara (chá) de azeite de oliva
1 cebola grande ralada
1,5 xícara (chá) de polpa de tomate
4 dentes de alho amassados
2 paus de canela
sal e pimenta-do-reino a gosto
MODO DE PREPARO
Numa panela em fogo baixo coloque o azeite, a carne, a cebola ralada
e o alho amassado. Mexa misturando todos os ingredientes até
que fiquem dourados. Acrescente o molho de tomate, louro, as cebolas
pequenas, a canela, tempere com sal e pimenta e cubra com água
suficiente para cozinhar. Cubra a panela e deixe cozinhar por aproximadamente
1 hora em fogo médio sem mexer os ingredientes. Para acompanhar,
arroz ou pasta.

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