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ELEIÇÕES
Dilma
diz que Brasil está preparado para uma mulher na presidência
BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa
Civil, Dilma Rousseff, foi tratada com candidata presidencial na
sessão solene do Congresso Nacional em homenagem ao Dia Internacional
da Mulher, e agiu como tal. Pré-candidata do PT, Dilma destacou
os programas sociais adotados pelo governo do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva e afirmou que o país está preparado
para ter uma mulher na presidência da República.
- O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente.
As mulheres estão preparadas - afirmou.
Para Dilma, o governo Lula tem ajudado a diminuir as desigualdades
que pesam contra as mulheres.
- O programa do presidente Lula esta mudando para melhor a vida
dos brasileiros, incluído as brasileiras - disse a ministra.
Em seguida, ela destacou os principais programas do governo Lula.
Lembrou que preferencialmente é a mulher quem recebe o beneficio
do Bolsa Família. Assim como são a mulheres, segundo
a ministra, que recebem a titularidade do programa Minha Casa Minha
Vida. Dilma também chegou a destacar que deverá ser
incluída no PAC II ( segunda fase do Programa de Aceleração
do Crescimento), e ficará como sugestão para o próximo
governo, a construção de seis mil creches.
Depois que Dilma saiu do plenário do Senado, a senadora tucana
Marisa Serrano (MS) subiu à tribuna e, no discurso, rebateu
a senadora petista Serys Slhessarenko (MT) que exaltou a possibilidade
de o Brasil ter uma presidente mulher.
- Temos uma grande chance de ter uma mulher na Presidência
da República este ano. Me sentirei na Presidência,
com ela - disse Serys.
No seu discurso, Marisa Serrano afirmou que a escolha do próximo
presidente da República não deve se pautar pelo gênero
do candidato, mas por suas propostas:
- Temos que votar em alguém que seja líder, que tenha
experiência.
A tucana disse ainda que tem certeza que muitas das mulheres presentes
na sessão não gostariam de ver a continuidade do atual
governo e de práticas como a do mensalão. Ao falar
de mulheres importantes, citou dona Ruth Cardoso, ex-primeira dama,
morta ano passado.
Prefeitura
pede diálogo com os servidores antes do início da
greve a partir de amanhã
Após informarem que entrarão
em greve geral a partir dessa quinta-feira, os servidores públicos
municipais receberam ontem um ofício do chefe de Gabinete
da Prefeitura, Gustavo Rosado, assegurando a posição
do governo em relação ao aumento salarial reivindicado
pela categoria.
De acordo com o ofício, a apresentação da contraproposta
da Prefeitura será feita por uma comissão formada
pelos secretários de Administração e Gestão
de Pessoas, Manoela Bizerra; Orçamento de Finanças,
Canindé Maia; e Procurador-Geral do Município, Anselmo
Carvalho.
O ofício do Gabinete da Prefeitura destaca ainda que não
constava na pauta original de reivindicações o item
que trata da "eleição direta para gestores dos
estabelecimentos de ensino da rede municipal", ressaltando
que a inclusão dos novos pontos dificultaria a finalização
de uma proposta.
Em assembléia geral realizada no último dia 5, no
auditório do Sesi, os servidores deliberaram que entrariam
em greve por tempo indeterminado, caso não tivessem suas
reivindicações atendidas.
Entre 21 pontos na pauta do Sindiserpum, consta o reajuste de 15%
retroativo a janeiro, equivalente ao Piso Salarial Profissional
do Magistério, conforme a Lei 11, 378/08, que estabelece
que será atualizado anualmente, no mês de janeiro a
partir de 2009.
Além disso, os servidores pedem a inclusão no Plano
de Cargos, Carreiras e Remuneração do Magistério
(PCCRM) da Gestão Democrática. De acordo com a assessoria
de comunicação da PMM, na reunião passada com
os sindicalistas, ficou acertado que a prefeitura vai sim garantir
ganho salarial aos servidores.
O secretário de Administração, Manoel Bizerra,
explicou que o município trabalha com a data-base de maio,
que é a época de reajuste do salário dos servidores
públicos. A reivindicação do sindicato é
que haja um reajuste imediatamente para os professores, retroativo
a janeiro, por causa do Piso Nacional da categoria, aprovado em
2008 pelo Congresso Nacional.
Apesar
do terremoto, popularidade de Bachelet está em 84%
Santiago, (AE) - A popularidade da presidente
do Chile, Michelle Bachelet, que deixa o cargo nesta quinta-feira,
manteve-se em 84%, apesar de algumas críticas a seu governo
pela lentidão em enviar ajuda e destacar militares após
o devastador terremoto e tsunami ocorridos em 27 de fevereiro, segundo
uma pesquisa divulgada nesta terça-feira.
A sondagem da empresa Adimark foi feita antes e depois do tremor
e mostrou avaliação semelhante a respeito da presidente.
O nível de aprovação de 84% é igual
ao registrado pela levantamento feito em janeiro, com 10% de desaprovação.
O nível de aprovação do governo foi de 75%
ante 19% que desaprovam a gestão.
Bachelet, frequentemente calorosa com seus interlocutores, mas que
não deixa transparecer suas emoções, se emocionou
em várias oportunidades após a tragédia que
afetou o Chile e em uma ocasião disse que era pela dor de
ver tanta tragédia. Noventa e seis por cento dos entrevistados
disseram que Bachelet é "querida pelos chilenos".
A Adimark também mediu o nível de aprovação
de algumas instituições que tiveram atuação
após a catástrofe natural.
Os bombeiros, que são uma instituição de voluntários
que trabalhou intensamente nos resgates, conquistou 100% de aprovação.
A polícia teve 94% e o Exército 91%, enquanto que
o órgão estatal Onemi, que distribui ajuda aos atingidos
pela catástrofe e recebeu críticas por seu desempenho,
recebeu apenas 44% de aprovação e 42% de desaprovação.
A mesma pesquisa avaliou a aprovação do presidente
eleito Sebastian Piñera, que subiu para 59% após o
terremoto. Já os que pensam que ele será "ruim
ou muito ruim" para o país caiu para 3%. Uma sondagem
prévia, encerrada no dia 24 de fevereiro, poucos dias antes
do terremoto, mostrou que 58% achavam que Piñera seria bom
para o país e 10% acreditavam que ele seria ruim.
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