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MOSSORÓ (RN), SÁBADO, 31/05/2008 (ATUALIZADO: 01:57hs)
 
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» Toni Garrido e Mossoró Mix

» Fernanda Vasconcellos faz poses sensuais para a ‘Vip’
» Festival de Woodstock será lembrado em museu


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Toni Garrido e Mossoró Mix
A Gondim & Garcia Produções começou a vender as mesas para o camarote que será montado no Mossoró Cidade Junina. No dia 13, será o lançamento do Mossoró Mix Indoor, com o ex-vocalista do Cidade Negra, Toni Garrido. O empresário Tácio Garcia está definido as atrações para o festival que acontecerá em novembro, bem como a data. A princípio, acredita-se que o evento deva acontecer em dois finais de semana seguidos, dependendo das atrações que forem definidas. Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Biquini Cavadão, Aviões do Forró e Asa de Águia estão bem cotados e com negociações avançadas para a segunda edição do Mossoró Mix Indoor.
Em todo caso, o show do cantor Toni Garrido durante o Cidade Junina está confirmado. No ano passado falou-se muito do assunto, mas agora é para valer. Toni Garrido deixa o Cidade Negra em julho para seguir carreira solo com a Flecha Black, uma super banda com 10 músicos que já vem fazendo shows com Toni desde o ano passado em paralelo com o Cidade Negra.
O Mossoró Mix que vai acontecer no Palácio do Forró e na sua primeira edição, no ano passado, reuniu vários estilos em ambientes distintos dentro do ambiente. Chiclete com Banana e Forró dos Plays passaram pela festa, isso sem contar com atrações locais de pagode, axé e forró pé-de-serra, além da banda de rock Biquini Cavadão.
Toni disse que tinha pedido férias do Cidade Negra, mas não houve consenso e ele não viu outra saída a não ser seguir solo. Falou ainda que a bola da sua saída estava cantada há oito anos quando ele disse para a banda que teriam este tempo de contrato para fazer discos e depois ele seguiria seu caminho, fechando a tampa com 14 anos de Cidade Negra. A idéia dele era fazer uma espécie de concurso nacional para escolher um vocalista jovem para assumir o microfone do Cidade e ir em frente para mais 20 anos de carreira da banda em que fez seu nome.
Toni contou que o Flecha Black funciona na base da cooperativa, com o dinheiro dividido em partes iguais para todo mundo. A banda tinha poucos ensaios, tipo um por trimestre, mas a idéia agora é fazer encontros semanais para azeitar ainda mais a máquina. Até porque Toni grava disco solo com inéditas ainda este semestre que pretende lançar com uma campanha de marketing bacana.
Ele sai do reggae para outro pólo da música negra, uma mistura de rock, soul e funk velha escola com pitadas afrocaribenhas ou afroameríndias, como me definiu certa vez Carlinhos Brown. A massa sonora é respeitável, com duas guitarras que pesam em vários momentos por Sérgio Yazbek e Cláudio Costa, o primeiro mais rock, o segundo mais soul. Nos teclados estão Maurício Piassarollo e Carlos Trilha, este último produtor dos discos solo de Renato Russo e colaborador da Legião Urbana na reta final da banda. Marlon Sette, músico de apoio do Cidade, toca trombone e Rodrigo Sha no saxofone, este já com CD lançado e figura fácil no circuito de shows carioca. Na cozinha, Roger Negão no baixo e o trio de tambores Ronald Silva na bateria, Eduardo Lyra, ex-Paralamas do Sucesso, e o ogã Marco Luis nas percussões.
Com tudo isso não há quem fique quieto no show. Toni está cercado por uma formação para Vitória Régia nenhuma botar defeito. Mas ele bate cabeça para Sandra Sá com "Olhos coloridos", resgata canções de seu primeiro grupo, a Banda Bel, com "Nova York meu amor", "Nega maluca" e "Zanata", todas do único disco lançado pela Bel com o Toni, "Rei do Rio" em 1992. A geração 80 do Rock Brasil é bastante homenageada por ter influído na sua formação. Ele cita com carinho especial os Paralamas do Sucesso, de quem canta "Uma brasileira" e "Meu erro", esta em dois andamentos, o rápido do original e lento, tipo balada. E ainda "Soldados" (Legião), "Núcleo base" (IRA!), "A dois passos do paraíso" (Blitz).
Algumas misturas ficaram bem interessantes. Sérgio Yazbek manda um Purple Haze (Jimi Hendrix) suingado e Toni ehtra no meio rapeando "Zanata". "Another brick in the wall (Part 2)" entra com "Sex machine" e "Motoboy". Ele incluiu "Sabe você", uma canção do bossanovista Carlos Lyra e a nova ''Grande amor'', que ele anunciou ter sido gravado há pouco por Fafá de Belém. Não faltou "Tema do solteiro", gravada por ele em 1998 para o filme "Como ser solteiro" e algumas do Cidade despida da roupagem reggae, "Girassol", "A estrada" e "Sombra da maldade".
O show que está ensaiando a carreira solo de Toni Garrido é uma grande festa. Ele está cantando muito bem, é um showman que faz a platéia beber na sua mão e demonstra uma vontade natural de abrir outros caminhos depois de 14 anos de Cidade. Ele disse que teve o maior cuidado com o momento da saída, para não prejudicar os demais e declarou seu amor incondicional à formação que o consagrou.

Fernanda Vasconcellos faz poses sensuais para a ‘Vip’
A atriz Fernanda Vasconcellos, 23, é a capa da revista masculina "Vip" de junho. Ela ficou conhecida ao interpretar a personagem Nanda, na novela "Páginas da Vida" (Globo, 2006-2007).
Em janeiro deste ano, ela ganhou da publicação o título de "Melhor Mulher do Mundo para Você Apresentar à Mãe". A atriz foi fotografada em poses sensuais por Felipe Lessa.
"Sempre me dei bem com família de namorado, de amiga. Porque às vezes rola isso, mãe quer saber. 'Ah, a Fernanda vai, então é seguro'. Sempre fui essa amiga", disse a atriz, que é namorada do apresentador do "Vídeo Show", André Marques.
A atriz contou ainda que pretende terminar a faculdade de direito, curso que abandonou no quarto ano, por conta do trabalho na televisão. Vasconcellos começou na TV no "Fantasia", do SBT, onde era assistente de palco aos 13 anos.
Em 2005, entrou para a Globo, onde integrou o elenco de "Malhação" e depois foi convidada para interpretar Nanda, a menina que morria no parto em "Páginas da Vida". Depois, foi protagonista da novela "Desejo Proibido" (2007-2008).

Festival de Woodstock será lembrado em museu
Um museu vai recordar, a partir de 2 de junho, o lendário festival de Woodstock, quando meio milhão de hippies se reuniram, em agosto de 1969, para assistir a apresentação dos grandes nomes do rock e o nascimento da contracultura americana.
O festival marcou toda uma geração de "baby boomers" no mundo, quando Jimmi Hendrix, Joe Cocker, The Who, Joan Baez e Ravi Shankar fizeram shows de graça que duravam até o raiar do dia.
"Woodstock", uma pequena cidade situada ao norte de Nova York, onde viviam ou gravavam dezenas de artistas como Bob Dylan e Janis Joplin, não é, na verdade, o lugar onde o evento aconteceu.
Como o público viveu três dias de liberdade, drogas, ioga e nudez, o acontecimento, na realidade, teve lugar numa fazenda de 240 hectares, situada a 76 km do lugar, em Bethel Woods, 200 km ao norte de Nova York.
A compra da propriedade há dois anos por Alan Gerry, magnata local da tv a cabo, permitiu o investimento dos 100 milhões de dólares necessários para o museu e seus anexos, que visam promover o desenvolvimento turístico de uma região atingida pelo desemprego.
O museu recordará assim como, em 1969, a aventura começou quando um jovem americano, Sam Yasgur, conseguiu convencer seu pai da importância do projeto. Max Yasgur, que tinha 49 anos então, emprestou sua fazenda para receber a multidão que sonhava com um mundo melhor.



       




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