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MOSSORÓ (RN), DOMINGO, 29/06/2008 (ATUALIZADO: 18:27hs)
 
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» Taxistas esperam aumento na lucratividade com a lei seca

» Homens entre 25 e 34 anos são os maiores fumantes
» RN deixa de ser lanterninha do Ideb
» Espera de ex-trabalhadores perto do fim
» Exposição fotográfica resgata casarões
» Pane gera insatisfação nas casas lotéricas


EXPECTATIVA
Taxistas esperam aumento na
lucratividade com a lei seca

JANAÍNA HOLANDA
Da Redação

Agora é lei: não importa a quantidade ingerida, quem for pego dirigindo depois de beber vai perder a carteira de motorista e pagar multa por infração gravíssima.
A nova medida está gerando polêmica entre motoristas, mas está agradando aos taxistas, que esperam lucrar dobrado com a lei seca.
“Vamos ser favorecidos com certeza, porque as pessoas vão usar mais o táxi para voltar pra casa depois de uma festa. Eles não vão querer perder a carteira, ficar um ano sem dirigir e o trânsito vai ficar mais seguro”, comemorou o taxista Júnior Mocó, 41.
Em 22 anos de profissão, ele já passou por muitos apertos devido a condutores embriagados.
“A gente já teve muito prejuízo por conta dos caras que tomam todas e saem fazendo besteira. Vão passar a primeira (macha) e dão uma ré, batem no carro da gente. Outros, dão fechada na gente, quase provocam acidente”, comentou Júnior.
Com a rigidez da nova lei, os taxistas esperam duplicar o número de corridas e aumentar, conseqüentemente, a margem de lucro. “Em época de festa a gente consegue tirar uns R$ 140,00 por noite. Aumentando as corridas, o lucro aumenta também”, reforçou.
Em Mossoró, o consumo de álcool é uma das principais causas de acidentes de trânsito, quase sempre muito graves e com mortes. “Os casos de embriaguez são freqüentes sim”, afirmou o sargento Alfredo na última sexta-feira, momento depois de mandar um condutor para delegacia por quase ter provocado um acidente.
“O carro vai ser rebocado, ele vai ser conduzido para a delegacia para o teste do bafômetro, foi aplicado multa e ele vai ficar preso”, afirmou.
Apesar da lei já está em vigor, as fiscalizações em Mossoró só serão intensificadas a partir da próxima semana. Todo efetivo do Pelotão de Trânsito (PELTRAN) passará por treinamento e, antes de agir de maneira punitiva, farão um trabalho educativo.
“Está vindo uma equipe de Natal para fazer o treinamento e a gente também vai fazer o trabalho educativo com os condutores”, afirmou o cabo Cléssio.
Com a lei mais rigorosa, está proibido o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica para quem for dirigir. Os motoristas também podem ir para a cadeia e, em casos de acidentes com morte, o julgamento vai ser por homicídio doloso – com intenção de matar.

Homens com idade entre 25 e 34
anos são os maiores fumantes
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a capital do Rio Grande do Norte registrava, em 2006, um índice de 18% de fumantes entre os homens de 45 a 54 anos. As mulheres nesta mesma faixa etária fumam mais (18,4%). A maior preocupação dos órgãos de saúde, no entanto, é com os homens mais jovens, de 25 a 34 anos - 21,2% deles são fumantes. Quase metade das pessoas (46%) só para de fumar a partir dos 65 anos. A incidência de ex-fumantes após os 65 é maior no sexo masculino (64%), mas as mulheres costumam abandonar o vício um pouco mais cedo, entre os 55 e 64 anos.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que em 2008 existam, a cada grupo de 100 mil pessoas, 160 novos casos de câncer de traquéia, de brônquio e de pulmão em homens do Rio Grande do Norte, provocados pelo uso do cigarro. Esse índice só perde para os casos de câncer de próstata e de estômago. Entre as mulheres potiguares, o número é um pouco menor, sendo estimados 110 casos para cada 100 mil pessoas - os casos mais comuns são os de câncer de mama e de colo do útero.
Grande parte dos fumantes se torna dependente da nicotina antes dos 19 anos de idade. É o caso do estudante Tobias Augusto, que aos 15 anos, por curiosidade, experimentou e nunca mais largou o cigarro. Hoje, aos 25 anos, diz que já sente alguns efeitos, como cansaço e garganta irritada. “Quando estou ansioso ou estressado, a vontade de tragar um cigarro aumenta muito. Sei todos os males que o cigarro pode me trazer, quero parar, mas ainda não fiz nem a primeira tentativa”, relata.
Assim como Tobias, o professor Alexandre Moura, 32, já fuma há muito tempo e ainda não conseguiu parar. “Comecei a fumar aos 17 anos porque achava que era um charme andar com um cigarro na mão. Hoje, 15 anos depois, percebo as conseqüências. Sinto um enorme cansaço ao subir um pequeno lance de escadas e também já tive problemas pulmonares. Tentei parar três vezes, mas não consigo largar o vício”, desabafa.
Além de causar dependência, a nicotina também provoca uma série de fatores que prejudicam a vida humana como, por exemplo, cansaço, asma, impotência sexual e cerca de 50 doenças diferentes, principalmente pulmonares e cardiovasculares. Entretanto, não é somente o adulto que sofre com os problemas causados pela nicotina. A mulher grávida e fumante corre muito mais risco de sofrer abortos espontâneos, ter um bebê prematuro, apresentar complicações com a placenta durante o parto e ter uma criança com menor peso e comprimento. Um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar os batimentos cardíacos do feto em poucos minutos.
A pedagoga Geisa Costa fumou durante 15 anos e parou há 20. “Quando engravidei, decidi que iria parar de fumar para sempre. Era injusto prejudicar a saúde da minha filha por um vício que era meu. Então, tive uma enorme força de vontade e comprei uns chicletes para ajudar nesse processo”, declara.
É importante lembrar que os fumantes passivos, ou seja, aqueles que convivem com os fumantes e freqüentam os ambientes poluídos pela fumaça do cigarro, também absorvem as substâncias tóxicas. Por essa razão, correm os mesmos riscos de saúde que os fumantes ativos. A Lei Federal 9294/96 proíbe fumar em ambientes fechados de uso coletivo, mas essa determinação não tem sido levada à risca.

RN deixa de ser lanterninha do Ideb
Edilson Damasceno
Da Redação

O resultado do Prova Brasil, que mostra o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), foi alvo de chacota política pelo fato do Rio Grande do Norte ter ficado em último lugar dos estados brasileiros na análise do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) – órgão do Ministério da Educação. Dois anos depois veio a recuperação. As provas aplicadas em novembro do ano passado, cujos resultados foram divulgados no dia 21 passado, mostram que houve avanço nas séries iniciais e finais da educação básica, e uma queda no rendimento escolar no ensino médio.
A ex-secretária estadual de Educação, professora Ana Cristina Cabral, afirma que a recuperação se deu por causa do planejamento focado na aprendizagem. “O RN melhorou. Superamos as metas e tivemos um saldo maior nas séries iniciais (da educação básica) e os indicadores foram acima da expectativa”, comenta, acrescentando que esse resultado indica que houve melhora no rendimento da educação fundamental e que o Estado se manteve na mesma média relacionada ao ensino médio. “Conseguimos nos manter no que havíamos conquistado”, diz.
Estatisticamente, a secretária diz que o Rio Grande do Norte apresentou um crescimento de 15,14% em rendimento escolar, enquanto que o Brasil ficou com pouco mais de 10%. A ex-secretária, apesar de reconhecer o avanço, afirma que o resultado do Ideb não quer dizer que o Rio Grande do Norte está bem, e sim que ainda é preciso melhorar ainda mais.
O fato é que em 2006 o Rio Grande do Norte ficou em último lugar dos 26 estados brasileiros, e agora figura entre as 22ª e a 23ª posições, empatado com Alagoas e Bahia nas séries finais (22º lugar) e acima de Pernambuco. Nas séries iniciais, o resultado do RN também se aproxima da Bahia, Pará e Amapá. “Isso significa que demos um salto”, afirma.
Com relação à análise dos 167 municípios, Ana Cristina também ocorreu avanço. “Se formos comparar o município por ele mesmo, vê-se que houve crescimento. É lógico que alguns tiveram queda. Mas tivemos cidades que registraram avanço de 92,9%, e saiu de um péssimo quadro, mas não chegou onde deveria. Mas, no geral, todo mundo cresceu, uns mais que outros”, diz.
Para ela, é preciso que os municípios que apresentaram resultados negativos procurem saber o que aqueles que se saíram bem estão fazendo. Ana Cristina que, nos casos de Acari e São João do Sabugi – que obtiveram os melhores resultados – podem servir de parâmetros para as outras cidades.
A ex-secretária diz que a tinha a proposta que seria direcionada aos municípios, de que todos os projetos fossem mostrados em um evento para que o sucesso de uns fosse compartilhado com todos. Ela afirma que se houver interação entre as Secretarias Municipais de Educação com as Diretorias Regionais de Educação, a tendência é haver um crescimento educacional igualitário em todo o Estado.

Professor diz que é preciso envolver família
O diretor da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professor Francisco José, analisou o resultado do Ideb e reconhece que houve avanço no Rio Grande do Norte com relação a educação. “Houve um pequeno avanço, naturalmente existindo especificidades entre municípios. Muito precisa ser melhorado”, diz.
Para ele, os problemas vigentes no sistema educacional são variados, e lista a questão do investimento, capacitação de professores, infra-estrutura e projeto político-pedagógico. Diz o que se poderia analisar, a priori, seria a própria metodologia da tabulação e elaboração desses dados. Ele informa que o Estado de São Paulo, por exemplo, questiona que o resultado poderia ser outro, uma vez que o Inep incluiu alunos evadidos, que foram transferidos e outras situações nesse processo de avaliação. “Esse problema deve ter ocorrido no Brasil todo, e em alguns municípios esse índice poderá melhorar. Pouco, mas melhora”, comenta.
O diretor da Faculdade de Educação ainda comenta que dois pontos básicos precisam ser melhorados para que o avanço na educação seja maior: planejamento, da escola e do professor – que precisa ser melhorado – e adequação às realidades que existem nas escolas. “Não quer dizer que vá se limitar a isso, e se deve buscar melhorias, cobrar do poder público com relação à infra-estrutura adequada e necessário aos procedimentos educacionais. Não adianta ter infra-estrutura se não tem um planejamento. É um conjunto de elementos que envolve esse resultado. Uma vez que a escola se inteire desses problemas, as escolas irão melhorar”, analisa.
Francisco José frisa que um detalhe deve ser levado em consideração nesse processo todo: gestores públicos, escola e professores devem estar atentos a importância da família no processo educacional.

Espera de ex-trabalhadores perto do fim
MAGNOS ALVES
Da Redação

Uma espera de cerca de cinco anos pode estar próxima do fim. A Justiça do Trabalho deve começar, entre setembro e novembro, a fazer os pagamentos das dívidas trabalhistas da falida Mossoró Agro-industrial S/A (MAISA).
Mais de mil trabalhadores aguardam o desenrolar judicial para ter acesso aos direitos trabalhistas garantidos por lei.
De acordo com informações da Segunda Vara do Trabalho de Mossoró, a receita para quitar as dívidas virá do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que desapropriou terras da empresa para uso na reforma agrária.
Os recursos só não estão disponíveis por que representantes da antiga Maisa contestaram o valor apreciado pelo Incra para ser pago pela área desapropriada.
O superintendente do Incra no Estado, Paulo Sidney, informou que a perícia do Incra avaliou a área desapropriada em R$ 8,5 milhões, que foram depositados em juízo. Valor contestado pela Maisa, que recorreu à Justiça Federal.
Segundo Paulo Sidney, a Justiça designou um perito para avaliar a área desapropriada, que definiu que a determinada área valia R$ 12,6 milhões. “Existe uma diferença de cerca de R$ 4 milhões que será resolvida na Justiça”, enfatizou o superintendente, advertindo que dificilmente a pelejá será resolvida em primeira instância. “Geralmente esses casos rolam até a última instancia”, complementou.
Independente de um acordo entre as partes em audiência programada para o próximo mês de setembro, o valor reconhecido pelo Incra será liberado pela Justiça Federal e ficará á disposição da Justiça do Trabalho para que seja iniciada a quitação das dívidas trabalhistas da Maisa.
Assim que os recursos forem disponibilizados pela Justiça Federal, os ex-trabalhadores da Maisa receberão 50% do que tem direito, o restante ficará habilitado na Justiça Federal, informou um funcionário da Segunda Vara do Trabalho.
Recursos advindos de leilões de outros bens, como da fábrica de beneficiamento de castanha, também serão utilizados.
A Segunda Vara do Trabalho explicou que a demora para resolver as pendências trabalhistas da Maisa ocorreu por que num primeiro momento não apareceram interessados em comparar os bens da empresa colocados em leilões, em decorrência dos altos preços indicados pela empresa.
Os bens só passaram a ser vendidos depois que a Maisa passou a reduzir bastantes os preços, ressaltou um representante da Segunda Vara do Trabalho.
Ele citou como exemplo a fábrica de polpas e sucos da empresa, que antes tinha lance inicial de R$ 3,5 milhões, mas vai a leilão amanhã com lance inicial de R$ 1,7 milhão.
A falta de entendimento entre os diversos advogados representantes do ex-trabalhadores da Maisa também contribuiu para que a questão se arrastasse. “Quando houve entendimento foi feito um acordo que diminuiu a dívida e facilitou o andamento das coisas”, ressaltou.

Muitos bens foram retirados, diz ex-trabalhador
A aproximação de um desfecho do caso anima os ex-trabalhadores. Um deles é João Saraiva, que trabalhou por 22 anos na Maisa. Ele disse que tinha R$ 11 mil para receber, mas, por enquanto, só colocou R$ 1 mil no bolso. “Eu e o pessoal estamos com esperança de receber em outubro”, salientou.
Na opinião do ex-trabalhador, as coisas só não se resolveram mais rápido “por que muitos bens foram retirados da empresa na época da falência”. “Era para a Justiça ter impedido”, observou João Saraiva.
A 2º Vara do Trabalho afirmou que os trabalhadores não terão seus direitos trabalhistas afetados. “Não haverá prejuízo para os trabalhadores”, reiterou o representante.
De acordo com a Associação Comunitária e Esportiva da Maisa, praticamente 100% dos ex-trabalhadores estão ocupados, cerca de 70% deles na empresa Nolem, hoje comparada a Maisa em seu auge.

Exposição fotográfica resgata casarões
Sandra Monteiro
Da Redação

A arquitetura da Mossoró dos anos 20 e 30 ganha novos contornos e enredos através de lentes fotográficas modernas. A exposição intitulada "Casarões" retrata, em 16 painéis, fragmentos dos prédios que ainda resistem à ação do tempo, e remetem o espectador a uma época norteada por mudanças, especialmente comerciais e na quantidade de habitantes. De 1920 a 1927, o município saltou de 15 mil para 20.500 mil habitantes.
Prédios onde hoje funcionam o Conservatório de Música, a Reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, o Palácio da Resistência e a Secretaria Municipal de Tributação são apenas alguns dos componentes retratados nas imagens. O fotógrafo Ricardo Lopes, autor da exposição, conta que os detalhes de cada prédio é o diferencial no resultado final do trabalho. "O trabalho é uma forma de resgatar um pouco a história da cidade através da arquitetura da época, mais precisamente os anos 20 e 30. As fotos são fragmentos dos casarões que ainda se mantêm", detalha Lopes.
O historiador Geraldo Maia explica que, por volta de 1930 não havia um modelo arquitetônico definido em Mossoró. Segundo ele, a cidade passava por transformações, e a arquitetura seguia esta tendência de mudanças. "Não existe uma definição precisa em relação à arquitetura da época. Eram prédios que misturavam vários estilos", comenta Maia.
Algumas das fotografias, a exemplo das que retratam o casarão onde residiu Dix-neuf Rosado são anteriores ao incêndio, ocorrido no final dos anos 90, que destruiu boa parte da estrutura interna do prédio. As fotos permitem conhecer como era o casarão antes do incidente. "Estas fotos são interessantíssimas. Poucas pessoas tiveram a oportunidade de conhecer como era a estrutura antes do incêndio. Com estas fotografias isso será possível", complementa o fotógrafo.
Os painéis que compõem a exposição Casarões ficam expostos a partir do próximo dia 3, no espaço Cafezal, onde permanece até o dia 31 de dezembro. O espaço Cafezal está inserido na área do Memorial da Resistência.

Tombamento é inviabilizado por mudanças e demolições
No ano passado, um convênio proposto pela Prefeitura Municipal de Mossoró tentou viabilizar a restauração dos casarões que pertenceram aos ex-abolicionistas mossoroenses. O projeto não foi adiante. De acordo com o historiador Geraldo Maia, nenhuma das antigas construções se mantém de pé.
"O pessoal da prefeitura me pediu uma lista com os casarões, mas o projeto foi inviabilizado. Não existem mais casarões que pertenceram aos ex-abolicionistas", esclarece Maia.
A maioria foi demolida. O restante, detalha o historiador, sofreu uma série de modificações para dar lugar a prédios comerciais. Na visão de Maia, a proposta para o tombamento histórico dos prédios que contavam parte da história mossoroense deveria ter ocorrido em um período anterior.
Ele acredita que houve uma espera demasiada, que culminaram nas modificações feitas pelos proprietários. "Já que os prédios eram de propriedade privada, o poder público deveria ter comprado para realizar o tombamento. A demora fez com que os casarões fossem transformados. Agora não vale mais a pena", comenta.

Pane gera insatisfação nas casas lotéricas
O sistema nacional que alimenta os computadores das casas lotéricas saiu do ar na manhã/início de tarde de ontem, causando transtornos aos usuários que buscavam serviços, como pagar contas de água, luz e fazer jogos da Caixa Econômica Federal. A Zebra, que atende cerca de dois mil pessoas/dia, na Avenida Alberto Maranhão, no Centro, registrou até princípios de tumulto.
A gerente do estabelecimento, Rosimeire Dantas, disse que inicialmente o sistema de 0800 informou que o problema era nas máquinas das casas lotéricas. Recomendou desligar e reiniciar meia hora depois. Assim foi feito e o sistema chegou a funcionar, mas logo em seguida terminou saindo novamente do ar. O 0800 mandou fazer o mesmo procedimento e o sistema não voltou a funcionar.
Rosimeire Dantas esperava atender neste sábado mais de 800 pessoas somente para fazer jogos, além de outras mil em pagamentos de contas de água, luz, entre outras. Francisco Leite Filho, 44, disse que chegou a Casa Lotérica Zebra por volta das 9h30 e até 11h30 ainda não havia sido atendido. Conta que era o primeiro da fila para ser atendido, quando o sistema saiu do ar.
O mesmo sufoco foi registrado na Casa Loteria Sorteca, na Avenida Augusto Severo, em frente ao Colégio das Irmãs. O mesmo aconteceu em casas lotéricas do Santa Delmira, Alto São Manoel e postos de atendimentos no Bom Jardim e Belo Horizonte. Os serviços voltaram às 12h30.



       
 




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