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MOSSORÓ (RN), QUINTA-FEIRA, 29/05/2008 (ATUALIZADO: 01:37hs)
 
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» Chineses defendem boicote aos filmes de Sharon Stone
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Teatro e cinema no Chuva de Bala
O público que for ao adro da Capela de São Vicente, no centro de Mossoró, para assistir à versão 2008 do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró certamente vai surprender-se, pela encenação que em nada lembra as de anos anteriores. As novidades começam pelo formato, com cinema e teatro se misturando, para que a história seja contada de forma didática.
Tudo se deve ao novo formato do palco, com três telões no adro da capela de São Vicente, para projeção de imagens intercaladas com a encenação em palco. São seis momentos diferentes mostrando a tentativa da invasão de Mossoró pelo bando de Lampião contados pelo cinema.
A produtora executiva do Chuva de Bala, Toinha Lopes, diz que as filmagens abordam momentos como a travessia do rio Mossoró pelos cangaceiros, a passagem pela ponte de ferro, o momento em que o bando entrou na cidade e a prisão do cangaceiro Jararaca, que foi morto depois.
Toinha explica que as cenas estão sendo filmadas com o mesmo elenco do espetáculo de palco. A idéia é que o filme seja exibido nos telões. Proporcionalmente à projeção cinematográfica, os atores entram no palco, como se estivessem saindo de dentro dos telões. "É uma proposta arrojada. Vai surpreender", garante a produtora.
As filmagens foram acompanhadas pessoalmente pelo novo diretor do Chuva de Bala, Elieser Rolim, que pretende fazer com que o público tenha uma visão mais real do fato histórico, com a encenação nos locais onde os fatos contados realmente aconteceram.
As novidades do Chuva de Bala não se resumem a essa mistura de teatro com cinema. O diretor Elieser Rolim realizou mudanças radicais no espetáculo, começando pela retirada da personagem Antônia, que era feita pela atriz Tony Silva. Este ano o espetáculo é mais direto e sem narrativa. A trilha sonora também será totalmente nova, assinada pelos artistas Gideão Lima e Fábio Monteiro, de Mossoró. Há mudanças também no elenco, com novos atores fazendo os personagens principais, como Rydjnweine Ferreira no papel de Lampião, e Paulo André no papel do prefeito Rodolfo Fernandes.
Este ano o Chuva de Bala no País de Mossoró terá uma hora de duração, com 70 atores no palco. Dois grupos de percussão, cada um formado por 15 crianças, vão se revezar. Mais 50 crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) formando uma pirâmide de cristais.
O Chuva de Bala no País de Mossoró, edição 2008, terá uma nova roupagem, mas continuará como uma a peça teatral ao ar livre, encenada no adro na Igreja de São Vicente, e lembra a resistência do povo mossoroense ao bando de Lampião. Esse ano será dirigida pelo paraibano Eliézer Rolin. O espetáculo é um dos diferenciais do Mossoró Cidade Junina, que combina tradição junina com teatro e outras manifestações culturais.
O evento, apresentado todos os anos no adro da Capela de São Vicente - cenário real da batalha em que a população mossoroense liderada pelo prefeito Rodolfo Fernandes conteve o bando de Lampião - teve um diferencial no ano passado. Além da última participação do diretor João Marcelino, a resistência ao bando de Lampião comemorou 80 anos e amarrou um laço que antes dividia a profissionalização do teatro e a vontade de estar na arte.
Segundo a produtora Toinha Lopes, a nova roupagem inclui desde o elenco, cerca de 60 pessoas, até detalhes do roteiro, das músicas e do figurino. O diretor paraibano Eliezer Rolin começou no sábado passado a fazer a seleção dos atores para o espetáculo. "A seleção na verdade, foi neste fim de semana", explicou Toinha.

Chineses defendem boicote aos filmes de Sharon Stone
Da Ansa, em Los Angeles

Os filmes de Sharon Stone correm o risco de serem boicotados na China, isso após as polêmicas declarações da atriz.
Em uma entrevista concedida no Festival de Cannes e publicada no site "Hollyscoop.com", ela definiu a tragédia do terremoto em Sichuan como um evento "interessante", ocorrido como uma espécie de "punição divina" em resposta à repressão chinesa no Tibete.
Sharon Stone disse também que o terremoto que atingiu o oeste da China no último dia 12 de maio, causando mais de 70 mil mortes, foi o efeito de um "karma desfavorável".
"Após ter visto a violência e o sangue no Tibete, me questionei e não conseguia entender. Depois houve o terremoto e então percebi que se tratava de um karma", disse a atriz.
Segundo Sharon, o terremoto não teria sido nada mais que uma punição merecida aos chineses por terem sufocado as reivindicações dos monges budistas.
A resposta da China veio logo em seguida, com os jornais, as televisões e a opinião pública criticando duramente a atriz e defendendo o boicote de seus filmes.
Alguns replicaram que, com base na filosofia, também o tsunami de 2004 e os ataques de 11 de setembro de 2001 deveriam ser simplesmente um karma desfavorável. Outros, por sua vez, disseram que até mesmo Dalai Lama deve estar envergonhado com o que Sharon Stone disse.
Os protestos contra a atriz se espalharam também pela internet, como no site YouTube, onde está postado o vídeo com as declarações de Sharon Stone.

Lilia Cabral diz que está cheia dessa história
Da Folha Online

A atriz Lilia Cabral, que volta ao ar na próxima segunda-feira (2) como a dona-de-casa Catarina, em "A Favorita" (Globo), disse que não acha produtiva a polêmica em torno do beijo gay no fim da novela "Duas Caras", de Aguinaldo Silva.
"Acho que o que vale é a capacidade de se encontrar em outra pessoa e ser feliz. Isso tem muito mais valor humano do que simplesmente essa história de ter ou não beijo gay, que a mim me enche um pouco", declarou a atriz.
"Eu acho que essa história [do beijo gay] torna tudo muito pequeno. O beijo é na intimidade", disse a atriz, durante a festa de lançamento da novela que vai substituir "Duas Caras", realizada na Casa Fasano, em São Paulo, no último domingo (25).
O beijo gay, defendido por Aguinaldo Silva, não foi gravado na cena do casamento dos personagens Bernardinho (Thiago Mendonça) e Carlão (Lugui Palhares). A cúpula da Globo proibiu o diretor Wolf Maya de gravar a cena.
O ator Lugui Palhares participou do "Mais Você" (Globo), na manhã de hoje. A apresentadora Ana Maria Braga exibiu durante a conversa um especial com todos os casais homossexuais das novelas da Globo e perguntou a ele se o beijo gay iria acontecer. O intérprete de Carlão preferiu não responder à pergunta.



       




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