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MOSSORÓ (RN), TERÇA-FEIRA, 29/04/2008 (ATUALIZADO: 00:27hs)
 
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Emprego com carteira assinada
é o maior em seis anos
Para quem dizia que Lula, com o Bolsa-Família, estava destruindo a vontade de trabalhar na maioria dos brasileiros e que a solução seria gerar emprego, eis a resposta: O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado manteve-se estável em relação a fevereiro e cresceu 8,7% (mais 749 mil postos de trabalho com carteira assinada) em relação a março de 2007, mostra pesquisa feita pelo IBGE. O contingente de desocupados, dois milhões, manteve-se estável frente fevereiro, mas reduziu-se em 14,1%, menos 328 mil pessoas, em relação a março de 2007. O porcentual de trabalhadores com carteira assinada no total de ocupados nas seis regiões do Brasil, no entanto, chegou a 43,9% em março de 2008. A taxa é superior à registrada em março do ano passado, quando ficou em 41,8%, e ainda maior que a do início da série, em março de 2002, de 40,8%. Somando também os militares e os funcionários públicos ao contingente de trabalhadores com carteira, ou seja, reunindo todos os trabalhadores considerados formais entre os ocupados nas seis regiões, o porcentual chegou a 51,6% em março de 2008, o maior porcentual da série histórica. Em termos de trabalho registrado, formal, é o maior porcentual até hoje. Em março de 2002, esse porcentual era de 48,1%. De acordo com Azeredo, a formalidade maior no mercado de trabalho responde a um processo gradativo de recuperação. “É uma evolução, uma recuperação sustentada do mercado de trabalho, que vem ocorrendo gradativamente. Ainda que o Brasil tenha taxas de desemprego ainda elevadas, há um processo de recuperação que vem se sustentando desde 2005, com uma mudança na estrutura do mercado, resultando da queda no número de desocupados, aumento da ocupação, maior fiscalização”, disse. Os homens representavam, em março de 2008, 55,9% da população ocupada, enquanto as mulheres, 44,1%. A população de 25 a 49 anos representava 63,3% do total de ocupados. O percentual de pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo era de 55,3%.

Lula sobe
O melhor índice registrado pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi de 32% de aprovação - registrado em dezembro de 1998. O tucano também contabilizou o pior índice na série histórica da pesquisa em setembro de 1999, quando seu governo foi rejeitado por 65% dos entrevistados. Na época, o ex-presidente enfrentou sucessivas crises econômicas internacionais, como a asiática e a russa, que se desenvolveram entre 1997 e 1999.

Lula sobe II
Na pesquisa divulgada ontem, 57,5% avaliaram o governo Lula como positivo. Na pesquisa anterior, realizada em fevereiro passado, 52,7% consideraram o governo do petista positivo. Desta vez, apenas 11,3% dos entrevistados avaliaram o governo como negativo, contra outros 29,6% que o consideram regular.

Lula sobe III
A avaliação pessoal do presidente Lula também subiu de 66,8% para 69,3% de fevereiro a abril deste ano. Somente 26,1% desaprovaram o presidente, enquanto 4,7% não responderam. Os índices de popularidade de Lula só perderam, neste mês de abril, para as avaliações de sua popularidade registradas em 2003, o ano em que foi empossado no cargo, quando obteve 83% de aprovação.

Programas sociais
e economia
O diretor da Confederação Nacional dos Transportes, Clésio Andrade, disse que o bom desempenho do governo Lula pode ser atribuído ao crescimento da economia, geração de empregos e programas sociais implantados pela Presidência da República.

Fotolegenda
Já disse neste humilde espaço que a oposição vai construir o terceiro mandato para Lula. Estupidamente, jogou Dilma Roussef no páreo. Agora continua criando fatos favoráveis ao PT. Olhe o que diz a pesquisa: Diante de um cenário favorável a Lula, a pesquisa também mostra que a maioria dos brasileiros apóia um terceiro mandato ao atual presidente. Entre os entrevistados, 50,4% são favoráveis a mais um mandato para o petista, enquanto 45,4% se mostraram contrários à permanência de Lula no poder.

 



       




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