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MOSSORÓ (RN), QUARTA-FEIRA, 28/05/2008 (ATUALIZADO: 01:37hs)
 
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Calcinha Preta abre o Cidade Junina
O público que for à Estação das Artes Elizeu Ventania, para acompanhar as noitadas no Mossoró Cidade Junina 2008 vai aproveitar shows musicais com grandes nomes da música nordestina. Serão 16 grandes shows no palco principal, além de dezenas de atrações locais se apresentando nos palcos espalhados pela área do evento.
As grandes atrações do Mossoró Cidade Junina começam a se apresentar no dia 5 de junho, com o show da banda Calcinha Preta. O grupo de Sergipe, é considerado um dos principais da música nordestina e tem feito apresentações nos principais programas de televisão do Brasil, como é o caso do “Domingão do Faustão”, da Rede Globo.
Gonzaga Chimbinho, presidente da Fundação Municipal de Cultura (FMC), diz que esse ano alguns artistas vão se apresentar pela primeira vez no Mossoró Cidade Junina. Ele citou o exemplo da dupla Ítalo e Renno. Eles vêm se destacando com sua música regional e o som se suas sanfonas.
Algumas atrações já experimentadas continuam com espaço no evento. É o caso da Banda Calypso, da dupla Joelma e Chimbinha. O grupo tem sido responsáveis por alguns dos maiores públicos das últimas edições do Mossoró Cidade Junina. Gonzaga Chimbinho informou que em 2007 mais de cem mil pessoas assistiram o show da banda.
Também está confirmado o retorno do cantor Felipão. Ele se apresentou no Mossoró Cidade Junina pela primeira vez no ano passado e, de cara, reuniu cerca de 70 mil pessoas em seu show na Estação das Artes. O cantor Dorgival Dantas, que também vem se destacando no Nordeste, retorna este ano ao evento.
Uma das novidades do Mossoró Cidade Junina 2008 será a banda Araketu, de Salvador. O grupo é um dos mais famosos do Brasil, na áreas do axé music, e vai se apresentar pela primeira vez em um show ao ar livre na cidade. Gonzaga Chimbinho disse que a expectativa é que reúna um dos maiores públicos do evento deste ano.
MONTAGEM
Faltando pouco mais de uma semana para a abertura do Cidade Junina, a Prefeitura Municipal de Mossoró, através da Fundação de Cultura, está concluindo a montagem da estrutura de palco e camarotes. O trabalho se concentra no entorno da Estação das Artes, Centro, cenário da festa junina, que este ano se realiza de 5 a 28 de junho.
A exemplo de anos anteriores, o Cidade Junina, em sua 12ª edição, terá dois camarotes, arena de quadrilhas juninas, cidade cenográfica, onde funcionam bares e lanchonetes, além de palcos. A estrututura vai ser distribuída ao longo da Avenida Rio Branco, área do corredor cultural, entre as praças da Criança e de Esportes.
A Fundação de Cultura está ornamenta a Cidade com motivos juninos. “Mossoró se transforma, de fato, em um grande arraiá junino, festa já consolidada e, sem dúvida, um dos maiores São João do Brasil”, diz o presidente da Fundação de Cultura.
O Mossoró Cidade Junina é uma festa que se diferencia das demais festas juninas realizados no País, pela grade de programação cultural diversificada, com shows musicais, projetos culturais, como o Chuva de Bala, espetáculo que conta a história da resistência do povo de Mossoró à invasão do cangaceiro Lampião.
O presidente da Fundação de Cultura, Gonzaga Chimbinho, informa que estão abertas, até 30 de maio, das 7h às 11h e das 14h às 18h, as inscrições aos concursos de Rei e Rainha, Festival de Quadrilhas (em oito categorias), Rainha do Sabugo, Penteado Junino, entre outros.
Das atividades culturais constam ainda o VII Festival de Repentistas do Nordeste, Festival de Bandas de Pífanos e Cabaçais. Os shows começam dia 5. A Fundação de Geração de Emprego e Renda (FUNGER) participa da festa junina, com a feira de artesanato, e a Gerência da Agricultura, com a Feira da Colheita.

Negócio de família
A própria Eliete Cigarini admite: apesar da boa forma que exibe aos 45 anos, a atriz de "Amor e Intrigas" não faz cara feia para quase nenhuma comida. Mas mesmo com esse gosto "eclético" no terreno da gastronomia, ela não pensa duas vezes na hora de eleger uma de suas receitas favoritas: o penne gratinado com aspargos. "Sempre faço esse prato. É uma receita muito amada, que está na minha família há vários anos", relembra. Neta de italianos, Eliete conta que essa versão da massa começou a freqüentar os almoços de domingo durante sua adolescência e graças à influência da mãe, que descobriu a receita por acaso. "E o que torna ele especial é o gosto do aspargo misturado ao queijo. Mesmo sendo simples, fica com um sabor sofisticado", garante.
Sofisticação, aliás, tem sido a palavra de ordem para Eliete na tevê. Adelaide, sua personagem em "Amor e Intrigas", é uma "socialite" elegante da cabeça aos pés e apaixonada pelo músico Camilo, de Jonas Bloch. "A repercussão tem aumentado a cada dia. A gente percebe que tem cativado o público", comemora. Além da alegria pela boa recepção à personagem, a atriz é só sorrisos ao falar sobre a prorrogação da novela. Atingindo até 12 pontos no Ibope, número considerado bom pela Record para o horário, a trama de Gisele Joras ganhou fôlego e fica no ar até 24 de julho. "A gente está em uma fase muito boa, porque todos os atores já estão se sentindo em casa. Existe uma relação de intimidade que não tem mais aquele receio do início", derrete-se a atriz, antes de preparar a receita.
Na cozinha, o primeiro passo é cozer a massa. Eliete aquece a água com sal e um filete de azeite, truque que serve para dar sabor ao macarrão - e não para impedir que ele grude, como muita gente acredita. "Quem não tiver azeite em casa pode usar um cubo de caldo de galinha. Mas não óleo!", enfatiza. O penne não deve cozinhar muito: como ainda vai para o forno, tem de sair da panela no ponto "al dente". De lá, parte da massa vai para o fundo de uma fôrma refratária e, em seguida, vai recebendo camadas alternadas de molho branco, fatias de mussarela, creme de leite e aspargos cozidos fatiados. "Outra opção é comprar o aspargo em conserva ou substituir por palmito, ou os cogumelos shimeji ou shiitake", enumera Eliete. Intercalando o macarrão com o restante dos ingredientes, a atriz mostra a opulência tantas vezes associadas aos italianos, sem economizar nas quantidades. "Quanto mais camadas, melhor. É até bom usar uma forma grande, para garantir que o molho não transborde", ensina.
O toque final do prato é uma generosa quantidade de parmesão ralado grosso, que cobre a mistura antes de ser colocada no forno pré-aquecido, a cerca de 240º C. São apenas outros 20 minutos até o queijo ganhar um apetitoso tom dourado. "É um prato muito rápido e fácil de fazer", atesta Eliete, que se divide entre o Rio de Janeiro, onde grava a novela, e São Paulo, onde dá aulas de teatro e ensaia a peça "Desencontros Clandestinos", que estréia no dia 6 de junho. Prática e gostosa, a receita só tem mesmo um defeito: o excesso de calorias, resultado de tantos ingredientes gordurosos. Para tentar contornar o abuso, Eliete lança mão de massas integrais. "É uma maneira de deixá-la mais saudável. Não me sinto tão culpada", explica, bem-humorada.

Paulo Coelho comemora 20 anos de ‘O Alquimista’
Paulo Coelho vai comemorar nesta semana os 20 anos do livro "O Alquimista", obra que lhe abriu "todas as portas", mesmo que o escritor afirme que não gosta de olhar para trás, pois o presente é o que lhe interessa.
Paulo Coelho resumiu à Agência Efe, em entrevista concedida na segunda-feira (26), sua filosofia de vida em uma frase: "Morrer vivo".
"O Alquimista", cuja primeira edição em português completará 20 anos no início de junho, foi um livro que, "graças a Deus, abriu-me todas as portas", declarou Coelho à Efe em entrevista em Barcelona, onde fez uma parada entre sua viagem de Cannes a Avilés (norte da Espanha).
Organizada pela Fundação Niemeyer, a comemoração dessa data --a única prevista até o momento-- acontecerá nos dias 29 e 30 de maio na citada cidade asturiana.

Encontro
E consistirá em um encontro de Paulo Coelho no Teatro Palácio Valdés com leitores presentes e virtuais (através da internet) para responder a suas perguntas, uma exposição de capas originais de diversas edições de "O Alquimista" e uma leitura pública do romance, um sucesso de vendas no mundo todo.
"Celebrar é algo muito importante, celebrar a vida o tempo todo. Eu não comemoro só os 20 anos de 'O Alquimista', comemoro o fato de estar vivo, celebro-o todos os dias", ressaltou o escritor.
A ponto de completar 60 anos, Coelho refletiu que 20 anos são "um terço" de sua vida: "Vinte anos para mim é uma vida, a cada dia é uma vida. Por isso, não olho muito para trás. Porque estou completamente situado no presente, interessa-me o presente".
O presente - insistiu - é "o que mais valorizo na vida", uma vida na qual teve que ser compositor de famosos cantores brasileiros, dramaturgo, roteirista de televisão e jornalista para realizar seu sonho de ser escritor.
Do jornalismo, disse que aprendeu a ser direto e sintético. "Não é necessário complicar para ser profundo", disse Paulo Coelho.
Graças ao "O Alquimista", ele agora pode fazer o que "tem vontade", como viajar, participar de atividades sociais e manter seu ritmo criativo de um novo livro aproximadamente a cada dois anos.



       




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