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Calcinha
Preta abre o Cidade Junina
O público que for à Estação
das Artes Elizeu Ventania, para acompanhar as noitadas no Mossoró
Cidade Junina 2008 vai aproveitar shows musicais com grandes nomes
da música nordestina. Serão 16 grandes shows no palco
principal, além de dezenas de atrações locais
se apresentando nos palcos espalhados pela área do evento.
As grandes atrações do Mossoró Cidade Junina
começam a se apresentar no dia 5 de junho, com o show da
banda Calcinha Preta. O grupo de Sergipe, é considerado um
dos principais da música nordestina e tem feito apresentações
nos principais programas de televisão do Brasil, como é
o caso do Domingão do Faustão, da Rede
Globo.
Gonzaga Chimbinho, presidente da Fundação Municipal
de Cultura (FMC), diz que esse ano alguns artistas vão se
apresentar pela primeira vez no Mossoró Cidade Junina. Ele
citou o exemplo da dupla Ítalo e Renno. Eles vêm se
destacando com sua música regional e o som se suas sanfonas.
Algumas atrações já experimentadas continuam
com espaço no evento. É o caso da Banda Calypso, da
dupla Joelma e Chimbinha. O grupo tem sido responsáveis por
alguns dos maiores públicos das últimas edições
do Mossoró Cidade Junina. Gonzaga Chimbinho informou que
em 2007 mais de cem mil pessoas assistiram o show da banda.
Também está confirmado o retorno do cantor Felipão.
Ele se apresentou no Mossoró Cidade Junina pela primeira
vez no ano passado e, de cara, reuniu cerca de 70 mil pessoas em
seu show na Estação das Artes. O cantor Dorgival Dantas,
que também vem se destacando no Nordeste, retorna este ano
ao evento.
Uma das novidades do Mossoró Cidade Junina 2008 será
a banda Araketu, de Salvador. O grupo é um dos mais famosos
do Brasil, na áreas do axé music, e vai se apresentar
pela primeira vez em um show ao ar livre na cidade. Gonzaga Chimbinho
disse que a expectativa é que reúna um dos maiores
públicos do evento deste ano.
MONTAGEM
Faltando pouco mais de uma semana para a abertura do Cidade Junina,
a Prefeitura Municipal de Mossoró, através da Fundação
de Cultura, está concluindo a montagem da estrutura de palco
e camarotes. O trabalho se concentra no entorno da Estação
das Artes, Centro, cenário da festa junina, que este ano
se realiza de 5 a 28 de junho.
A exemplo de anos anteriores, o Cidade Junina, em sua 12ª edição,
terá dois camarotes, arena de quadrilhas juninas, cidade
cenográfica, onde funcionam bares e lanchonetes, além
de palcos. A estrututura vai ser distribuída ao longo da
Avenida Rio Branco, área do corredor cultural, entre as praças
da Criança e de Esportes.
A Fundação de Cultura está ornamenta a Cidade
com motivos juninos. Mossoró se transforma, de fato,
em um grande arraiá junino, festa já consolidada e,
sem dúvida, um dos maiores São João do Brasil,
diz o presidente da Fundação de Cultura.
O Mossoró Cidade Junina é uma festa que se diferencia
das demais festas juninas realizados no País, pela grade
de programação cultural diversificada, com shows musicais,
projetos culturais, como o Chuva de Bala, espetáculo que
conta a história da resistência do povo de Mossoró
à invasão do cangaceiro Lampião.
O presidente da Fundação de Cultura, Gonzaga Chimbinho,
informa que estão abertas, até 30 de maio, das 7h
às 11h e das 14h às 18h, as inscrições
aos concursos de Rei e Rainha, Festival de Quadrilhas (em oito categorias),
Rainha do Sabugo, Penteado Junino, entre outros.
Das atividades culturais constam ainda o VII Festival de Repentistas
do Nordeste, Festival de Bandas de Pífanos e Cabaçais.
Os shows começam dia 5. A Fundação de Geração
de Emprego e Renda (FUNGER) participa da festa junina, com a feira
de artesanato, e a Gerência da Agricultura, com a Feira da
Colheita.
Negócio
de família
A própria Eliete Cigarini admite: apesar
da boa forma que exibe aos 45 anos, a atriz de "Amor e Intrigas"
não faz cara feia para quase nenhuma comida. Mas mesmo com
esse gosto "eclético" no terreno da gastronomia,
ela não pensa duas vezes na hora de eleger uma de suas receitas
favoritas: o penne gratinado com aspargos. "Sempre faço
esse prato. É uma receita muito amada, que está na
minha família há vários anos", relembra.
Neta de italianos, Eliete conta que essa versão da massa
começou a freqüentar os almoços de domingo durante
sua adolescência e graças à influência
da mãe, que descobriu a receita por acaso. "E o que
torna ele especial é o gosto do aspargo misturado ao queijo.
Mesmo sendo simples, fica com um sabor sofisticado", garante.
Sofisticação, aliás, tem sido a palavra de
ordem para Eliete na tevê. Adelaide, sua personagem em "Amor
e Intrigas", é uma "socialite" elegante da
cabeça aos pés e apaixonada pelo músico Camilo,
de Jonas Bloch. "A repercussão tem aumentado a cada
dia. A gente percebe que tem cativado o público", comemora.
Além da alegria pela boa recepção à
personagem, a atriz é só sorrisos ao falar sobre a
prorrogação da novela. Atingindo até 12 pontos
no Ibope, número considerado bom pela Record para o horário,
a trama de Gisele Joras ganhou fôlego e fica no ar até
24 de julho. "A gente está em uma fase muito boa, porque
todos os atores já estão se sentindo em casa. Existe
uma relação de intimidade que não tem mais
aquele receio do início", derrete-se a atriz, antes
de preparar a receita.
Na cozinha, o primeiro passo é cozer a massa. Eliete aquece
a água com sal e um filete de azeite, truque que serve para
dar sabor ao macarrão - e não para impedir que ele
grude, como muita gente acredita. "Quem não tiver azeite
em casa pode usar um cubo de caldo de galinha. Mas não óleo!",
enfatiza. O penne não deve cozinhar muito: como ainda vai
para o forno, tem de sair da panela no ponto "al dente".
De lá, parte da massa vai para o fundo de uma fôrma
refratária e, em seguida, vai recebendo camadas alternadas
de molho branco, fatias de mussarela, creme de leite e aspargos
cozidos fatiados. "Outra opção é comprar
o aspargo em conserva ou substituir por palmito, ou os cogumelos
shimeji ou shiitake", enumera Eliete. Intercalando o macarrão
com o restante dos ingredientes, a atriz mostra a opulência
tantas vezes associadas aos italianos, sem economizar nas quantidades.
"Quanto mais camadas, melhor. É até bom usar
uma forma grande, para garantir que o molho não transborde",
ensina.
O toque final do prato é uma generosa quantidade de parmesão
ralado grosso, que cobre a mistura antes de ser colocada no forno
pré-aquecido, a cerca de 240º C. São apenas outros
20 minutos até o queijo ganhar um apetitoso tom dourado.
"É um prato muito rápido e fácil de fazer",
atesta Eliete, que se divide entre o Rio de Janeiro, onde grava
a novela, e São Paulo, onde dá aulas de teatro e ensaia
a peça "Desencontros Clandestinos", que estréia
no dia 6 de junho. Prática e gostosa, a receita só
tem mesmo um defeito: o excesso de calorias, resultado de tantos
ingredientes gordurosos. Para tentar contornar o abuso, Eliete lança
mão de massas integrais. "É uma maneira de deixá-la
mais saudável. Não me sinto tão culpada",
explica, bem-humorada.

Paulo
Coelho comemora 20 anos de O Alquimista
Paulo Coelho vai comemorar nesta semana os
20 anos do livro "O Alquimista", obra que lhe abriu "todas
as portas", mesmo que o escritor afirme que não gosta
de olhar para trás, pois o presente é o que lhe interessa.
Paulo Coelho resumiu à Agência Efe, em entrevista concedida
na segunda-feira (26), sua filosofia de vida em uma frase: "Morrer
vivo".
"O Alquimista", cuja primeira edição em
português completará 20 anos no início de junho,
foi um livro que, "graças a Deus, abriu-me todas as
portas", declarou Coelho à Efe em entrevista em Barcelona,
onde fez uma parada entre sua viagem de Cannes a Avilés (norte
da Espanha).
Organizada pela Fundação Niemeyer, a comemoração
dessa data --a única prevista até o momento-- acontecerá
nos dias 29 e 30 de maio na citada cidade asturiana.
Encontro
E consistirá em um encontro de Paulo Coelho no Teatro Palácio
Valdés com leitores presentes e virtuais (através
da internet) para responder a suas perguntas, uma exposição
de capas originais de diversas edições de "O
Alquimista" e uma leitura pública do romance, um sucesso
de vendas no mundo todo.
"Celebrar é algo muito importante, celebrar a vida o
tempo todo. Eu não comemoro só os 20 anos de 'O Alquimista',
comemoro o fato de estar vivo, celebro-o todos os dias", ressaltou
o escritor.
A ponto de completar 60 anos, Coelho refletiu que 20 anos são
"um terço" de sua vida: "Vinte anos para mim
é uma vida, a cada dia é uma vida. Por isso, não
olho muito para trás. Porque estou completamente situado
no presente, interessa-me o presente".
O presente - insistiu - é "o que mais valorizo na vida",
uma vida na qual teve que ser compositor de famosos cantores brasileiros,
dramaturgo, roteirista de televisão e jornalista para realizar
seu sonho de ser escritor.
Do jornalismo, disse que aprendeu a ser direto e sintético.
"Não é necessário complicar para ser profundo",
disse Paulo Coelho.
Graças ao "O Alquimista", ele agora pode fazer
o que "tem vontade", como viajar, participar de atividades
sociais e manter seu ritmo criativo de um novo livro aproximadamente
a cada dois anos.
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