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INCLUSÃO SOCIAL
Projovem
vai atender 1.800 adolescentes
MAGNOS ALVES
Da Redação
O Programa Nacional de Inclusão de Jovens (PROJOVEM) foi
lançado nesta sexta-feira no ginásio municipal Pedro
Ciarlini e vai atender 1.800 jovens e adolescentes, entre 15 e 17
anos, do município.
O programa é uma parceria da Prefeitura Municipal e do Ministério
do Desenvolvimento Social (MDS) e será coordenado pela Gerência
Municipal do Desenvolvimento Social.
De acordo com a coordenadora do Projovem, Vilma Valéria,
o programa começa com 900 alunos e passa para 1.800 em agosto,
com dois anos de duração e atividades de segunda a
sexta, nos turnos matutino e vespertino. As atividades serão
ministradas nas sedes do Centro de Referência da Assistência
Social (CRAS) e nas Casas da Nossa Gente.
Vilma Valéria disse ainda que o Projovem vai constar de atividades
sócio-educativas, culturais, educativas, relacionamento e
convivência, voltadas à inclusão social e à
capacitação dos jovens para o mercado de trabalho.
A senadora Rosalba Ciarlini (DEM) disse que o Projovem é
uma continuação de outras ações que
já vinham sendo desenvolvidas na cidade. "Trata-se de
um programa para proteger e para apoiar os jovens e adolescentes
de nosso município", ressaltou a senadora.
Rosalba convocou os jovens a aproveitar a oportunidade que está
sendo criada. "Eles precisam agarrar essa chance para se tornarem
os grandes homens e mulheres do futuro", orientou a senadora.
A prefeita Fafá Rosado disse que o Projovem é uma
prova de que os governos municipal e federal estão preocupados
com os jovens. Falou ainda que a intenção da Prefeitura
é ampliar o programa para atender cada vez mais jovens em
situação de vulnerabilidade social. "Quero ver
todos os jovens incluídos na sociedade e tendo a oportunidade
de crescer e se tornarem grandes pessoas", salientou a prefeita.
O Projovem faz parte do programa Bolsa Família, do Governo
Federal, e as famílias com filhos inscritos no programa vão
receber, por mês, uma bolsa no valor de R$ 30,00.
Lula
cobra presidente dos Correios sobre fim da greve
Brasília, 04 (AE) - A greve dos Correios
colocou o ministro das Comunicações, Hélio
Costa, e o presidente da empresa, Carlos Henrique Custódio,
em uma situação constrangedora ontem (4). Ambos foram
cobrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Costa e Custódio estavam no Palácio do Planalto, participando
da cerimônia do lançamento de um programa de venda
de computadores portáteis a professores, no qual os Correios
participam como parceiro. Em seu discurso, Costa disse que a empresa
estava empenhada no programa.
"Será que ele (Costa) não sabe que os Correios
estão em greve?", perguntou o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff,
que estava ao seu lado, segundo relato de fotógrafos que
estavam próximos. Dilma apenas pôs a mão na
cabeça.
Quando, após o discurso, Hélio Costa voltou a se sentar,
Lula fez a pergunta direta para o ministro: "Você não
sabia que os Correios estão em greve?" O ministro apontou
para o presidente dos Correios, que estava na platéia, e
respondeu: "É com ele, presidente." Lula, então,
abriu os braços e perguntou para Custódio: "E
aí?" Constrangido, Custódio não respondeu.
A cobrança não chegou a ser pública. As conversas
só foram ouvidas por quem estava mais próximo do presidente.
Mais tarde, questionado sobre a cobrança de Lula, Costa minimizou
o fato, afirmando tratar-se apenas de uma brincadeira. Ele disse
também esperar que a greve seja encerrada na terça-feira,
pois na segunda-feira haverá uma audiência de conciliação
no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
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