

O
secretário de Educação de agora
é o Cassiano Arruda de sempre
Cassino
Arruda Câmara continua o mesmo.
Quando se trata de difamar qualquer pessoa do PT, ele perde toda
a postura e a compostura profissional e destila o seu ódio
ideológico pobre e doentio, sem medo de ser infeliz nas colocações,
faltando com a verdade, caluniando, difamando e injuriando a torto
e à direita.
Com relação a nossa presença na Fundação
José Augusto, já disse tantas mentiras e baboseiras
que mesmo quando tiver uma notícia séria ninguém
mais levará a sério.
Faz críticas tão bobas, preconceituosas e arrogantes
contra Lula que deixa ao leitor incauto a impressão de que
o presidente da República é Cassiano, e Lula é
um Zé Ninguém. Mas, o 13 de Zagalo não é
o único que essa gente tem que engolir.
Quando Rui Pereira foi secretário de saúde, Cassiano
falou tanta coisa ridícula que terminou afogado no escândalo
dos copinhos plásticos, que ele tentou alimentar pensando
que a sua coluna tem o poder da máquina de guerra do império
yanque. A montanha pariu um rato, o tiro saiu pela culatra, e Ruy
saiu fortalecido.
Agora, mesmo Ruy Pereira não tendo sido indicado pelo PT,
ele retoma sua catilinária inconseqüente e irresponsável.
Uma nota da sua coluna traz uma ironia que, com certeza, ele imaginou
ser uma tirada genial, mas que não passa de uma mentira eivada
de preconceito e carregada do crime de difamação.
Chamou Ruy Pereira de "marido de professora", desdenhando
um currículo respeitável de quem foi, sem padrinhos,
secretário de Saúde de Recife, vereador e prefeito
de Serra Negra do Norte, onde fez um excelente trabalho, inclusive
na área educacional, foi assessor de ministro, candidato
a governador do Estado e a suplente de senador, secretário
de Estado da Articulação Institucional e agora é
secretário de Educação do Estado. Portanto,
trata-se de um homem qualificado, que tem nome próprio, tem
currículo e merece respeito.
"Marido de professora" era uma ironia que se usava contra
alguns cretinos que viviam rondando professoras na época
do Estatuto do Magistério, quando o professorado conquistou
um salário razoável, tentando casar com elas para
viver às suas expensas. O engraçadinho ficava logo
manjado pela categoria. As próprias professoras os queimavam:
"aquele está querendo ser marido de professora".
Cassiano dá um show de infelicidade ao resgatar o "marido
de professora" contra um homem que tem uma vida exemplar e
que casou com uma professora tão decente quanto ele. Ruy
Pereira e Ana Brito é um casal com quem privo amizade e sei
do valor de ambos. Nem Ana Brito, que é médica e professora
de altíssimo conceito, precisa se apresentar como "esposa
de Ruy" para galgar nenhum cargo ou promoção,
nem Ruy precisa viver como "marido da professora". Ambos
têm currículos e méritos próprios.
Cassiano mente quando deixa entender que Ruy Pereira não
é professor. É sim. Professor pós-graduado,
concursado na Universidade Federal de Pernambuco desde 1979. Bem
como, é médico concursado da FUNASA. Tem méritos
a ponto de ter sido secretário indicado pelo PT e de ser
agora secretário de Estado pela segunda vez, na cota pessoal
da governadora, sem indicação do PT e sem trair o
seu partido.
Outra calúnia que Cassiano comete em sua nota, é quando
diz: "Blindado pela companheirada do SINTE que está
lhe dando a maior força neste período eleitoral, o
secretário da educação Ruy Pereira tem no seu
currículo...". Desta vez o "calunista" repete
o enfadonho discurso pré-eleitoral contra o SINTE. Às
vésperas de cada eleição surge a tentativa
frustrada de desacreditar e desqualificar o Sinte. Tempo perdido,
pois se trata de uma entidade que tem uma longa história
de lutas sérias em defesa da educação e da
sua base.
O SINTE já lançou uma nota pela TV cobrando de Ruy
Pereira tudo que cobrou de secretários anteriores. A nota
é dura e não alisa nem blinda Ruy. A diferença
é que desta vez a categoria encontrará um canal de
diálogo decente, mas sem baixar a cabeça nem se deixar
cooptar.
O objetivo de Cassiano é outro. O veneno é claro.
Cassiano quer irritar o Sinte e incitá-lo contra Ruy. Mas
ninguém no movimento sindical é menino para achar
que quem sempre esteve contra os trabalhadores em greve, agora esteja
interessado nos direitos de professores e de outros servidores da
Educação.
O comportamento de Cassiano é dirigido e está a serviço
do ódio ao PT. Pior, reflete em águas turvas o seu
desejo de volta aos tempos de privilégio e compadrio onde
ele mandava e desmandava no marketing do Estado, mamando sozinho,
como nos tempos do mal afamado "Ganhe Já".
Mesmo que Ruy Pereira não fosse professor, mas apenas médico,
Cassiano não teria motivo nem estatura para criticá-lo.
Tarcísio Maia era médico e foi secretário de
Educação de Dinarte Mariz e nunca vi uma crítica
de Cassiano a Tarcísio. Pelo contrário, sempre vi
muito incenso a Tarcísio Maia, pra não dizer bajulação,
mesmo. E segue já na terceira geração. Já
saem na sua Roda (muito) Viva, notinhas simpáticas até
aos netinhos de Jajá.
Com a mesma qualificação curricular de Ruy Pereira
na área educacional estavam vários secretários
de Educação que Cassiano nunca criticou: Luís
Eduardo, Marcos Guerra e Hélio Vasconcelos, bacharéis
em Direito e professores universitários, Wober Júnior,
bacharel em Direito; Genivan Josué Batista, odontólogo
e professor universitário; Pedro Almeida e Betinho Rosado,
agrônomos e professores universitários, Oto Santana
e Hudson Brandão, teólogos e professores universitários.
Por que só Ruy não pode? Puro farisaísmo de
Cassiano, pois em décadas de profissionais liberais, professores
universitários, ou não, na giroflex da Secretaria
de Educação, Cassiano Arruda nunca deu uma nota abordando
este aspecto. Pelo contrário, até defendeu alguns.
Não a partir dos interesses da Educação, mas
sempre a partir do foco político e dos seus interesses particulares.
De modo que se trata de críticas desqualificadas, porque
infundadas, de injúrias porque entrou na vida pessoal de
um casal que nunca misturou a vida privada com o serviço
público, mesmo sendo os dois servidores públicos exemplares.
E ainda assacou uma acusação absolutamente leviana
contra o Sinte, entidade sindical que tem história e merece
muito respeito.
Pensando bem, se em algum momento a entidade esteve blindando algum
secretário, isso aconteceu na década de 50 quando
Tarcísio Maia, médico, foi secretário e alimentava
um projeto de candidatura a deputado federal, era recebido com pompas
na associação que serviu de embrião para o
Sinte.
Digo, porque vi a foto. Retrato de um tempo em que o peleguismo
dominava o movimento sindical e do qual, a extrema direita que não
se conforma de não estar mais mamando nas tetas do Estado,
tem tanta saudade...
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