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MOSSORÓ (RN), QUARTA-FEIRA, 02/07/2008 (ATUALIZADO: 01:27hs)
 
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» Atacadão será inaugurado no dia 17
» Custo da cesta básica aumenta em Natal e mais 13 capitais
 


OPÇÃO
Atacadão será inaugurado no dia 17
MAGNOS ALVES
Da Redação

O grupo Atacadão vai abrir suas portas em Mossoró bem mais rápido do que o previsto inicialmente. A inauguração do supermercado está programada para o próximo dia 17 de julho. A previsão inicial de inauguração era para setembro, quatro meses depois de iniciadas as obras de construção em 12 de maio, conforme declarou Benedito da Silva, mestre-de-obras da empresa responsável pela construção do Atacadão.
O período entre o início da construção e da inauguração foi reduzido em quase dois meses.
Segundo a assessoria de comunicação do supermercado, mais de 80% da obra já está pronta.
O motivo de tamanha rapidez na conclusão da obra é a adoção de pré-moldados na estrutura do empreendimento. "Se fosse no método tradicional (com tijolos), uma obra desse porte levaria cerca de dois anos para ser concluída", informou Benedito da Silva.
Em visita ao campo de obras, a reportagem constatou que toda a estrutura de concreto já está pronta, estando em fase final de conclusão a cobertura do prédio.
O Atacadão vai ocupar uma área de 19 mil metros ao lado do Mossoró West Shopping.
Um dos diferencias do empreendimento será um estacionamento coberto.
Inicialmente, o grupo não está preparando nenhuma campanha especial para o dia da inauguração.
A assessoria não pode dispensar informações com relação ao valor aplicado pelo grupo Atacadão em Mossoró. "São informações confidenciais da empresa", argumentou.

Contratações
O Atacadão também está concluindo a contratação da mão-de-obra que vai tocar o empreendimento.
De acordo com o setor de recursos humanos da empresa, praticamente todos os cargos já foram preenchidos.
Porém, nesta terça-feira dezenas de candidatos ainda faziam avaliação na corrida por um emprego.
Mais de 300 postos de trabalho foram criados com a instalação do Atacadão em Mossoró.

Custo da cesta básica aumenta
em Natal e mais 13 capitais

Em junho, Natal e mais 13 das 16 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apresentaram alta nos preços do conjunto dos alimentos. Os maiores aumentos foram registrados em Goiânia (10,64%), Brasília (6,43%), Rio de Janeiro (5,93%) e Salvador (5,38%). Em Natal o aumento foi de 3,31.
As únicas quedas foram registradas em Vitória (-1,13%) e Fortaleza (-0,35%).
Porto Alegre, cujos produtos essenciais básicos tiveram aumento de 4,29%, voltou a ter a cesta mais cara (R$ 246,72). São Paulo continua no segundo posto, com a cesta valendo R$ 245,24. Os menores custos foram registrados em Aracaju (R$ 191,75) e Salvador (R$ 185,53).
Com base na cesta mais cara, a de Porto Alegre, e levando em consideração o preceito constitucional segundo o qual o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em junho, o mínimo necessário ficou em R$ 2.072,70, o que representa 4,99 vezes o piso em vigor (R$ 415,00). No mês passado, o mínimo necessário era de R$ 1.987,51, o que representava 4,78 vezes o piso. Já em junho de 2007, o mínimo foi estimado em R$ 1.628,96, 4,28 vezes o mínimo em vigor na época, de R$ 380,00.

Variações acumuladas
No ano de 2008, todas as 16 capitais apresentaram variação acumulada positiva. Os maiores aumentos foram apurados em Recife (29,24%), Natal (25,91%) e João Pessoa (25,37%). As menores altas acumuladas ocorreram em Aracaju (12,03%), Goiânia (11,83%) e Belém (10,47%).
Os aumentos acumulados em 12 meses - de julho de 2007 a junho de 2008 - são muito expressivos e bastante superiores ao reajuste de 9,21% concedido, este ano, ao salário mínimo. As principais elevações foram verificadas em Natal (51,85%), João Pessoa (45,02%) e Recife (44,92%). Porto Alegre (27,24%) e São Paulo (30,83%), apesar de serem as duas cidades mais caras em maio, têm as menores variações acumuladas em 12 meses.



       
 




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