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OPÇÃO
Atacadão
será inaugurado no dia 17
MAGNOS ALVES
Da Redação
O grupo Atacadão vai abrir suas portas em Mossoró
bem mais rápido do que o previsto inicialmente. A inauguração
do supermercado está programada para o próximo dia
17 de julho. A previsão inicial de inauguração
era para setembro, quatro meses depois de iniciadas as obras de
construção em 12 de maio, conforme declarou Benedito
da Silva, mestre-de-obras da empresa responsável pela construção
do Atacadão.
O período entre o início da construção
e da inauguração foi reduzido em quase dois meses.
Segundo a assessoria de comunicação do supermercado,
mais de 80% da obra já está pronta.
O motivo de tamanha rapidez na conclusão da obra é
a adoção de pré-moldados na estrutura do empreendimento.
"Se fosse no método tradicional (com tijolos), uma obra
desse porte levaria cerca de dois anos para ser concluída",
informou Benedito da Silva.
Em visita ao campo de obras, a reportagem constatou que toda a estrutura
de concreto já está pronta, estando em fase final
de conclusão a cobertura do prédio.
O Atacadão vai ocupar uma área de 19 mil metros ao
lado do Mossoró West Shopping.
Um dos diferencias do empreendimento será um estacionamento
coberto.
Inicialmente, o grupo não está preparando nenhuma
campanha especial para o dia da inauguração.
A assessoria não pode dispensar informações
com relação ao valor aplicado pelo grupo Atacadão
em Mossoró. "São informações confidenciais
da empresa", argumentou.
Contratações
O Atacadão também está concluindo a contratação
da mão-de-obra que vai tocar o empreendimento.
De acordo com o setor de recursos humanos da empresa, praticamente
todos os cargos já foram preenchidos.
Porém, nesta terça-feira dezenas de candidatos ainda
faziam avaliação na corrida por um emprego.
Mais de 300 postos de trabalho foram criados com a instalação
do Atacadão em Mossoró.
Custo
da cesta básica aumenta
em Natal e mais 13 capitais
Em junho, Natal e mais 13 das 16 capitais onde
o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa Nacional
da Cesta Básica apresentaram alta nos preços do conjunto
dos alimentos. Os maiores aumentos foram registrados em Goiânia
(10,64%), Brasília (6,43%), Rio de Janeiro (5,93%) e Salvador
(5,38%). Em Natal o aumento foi de 3,31.
As únicas quedas foram registradas em Vitória (-1,13%)
e Fortaleza (-0,35%).
Porto Alegre, cujos produtos essenciais básicos tiveram aumento
de 4,29%, voltou a ter a cesta mais cara (R$ 246,72). São
Paulo continua no segundo posto, com a cesta valendo R$ 245,24.
Os menores custos foram registrados em Aracaju (R$ 191,75) e Salvador
(R$ 185,53).
Com base na cesta mais cara, a de Porto Alegre, e levando em consideração
o preceito constitucional segundo o qual o salário mínimo
deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família
com alimentação, moradia, saúde, educação,
vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência,
o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo
necessário. Em junho, o mínimo necessário ficou
em R$ 2.072,70, o que representa 4,99 vezes o piso em vigor (R$
415,00). No mês passado, o mínimo necessário
era de R$ 1.987,51, o que representava 4,78 vezes o piso. Já
em junho de 2007, o mínimo foi estimado em R$ 1.628,96, 4,28
vezes o mínimo em vigor na época, de R$ 380,00.
Variações acumuladas
No ano de 2008, todas as 16 capitais apresentaram variação
acumulada positiva. Os maiores aumentos foram apurados em Recife
(29,24%), Natal (25,91%) e João Pessoa (25,37%). As menores
altas acumuladas ocorreram em Aracaju (12,03%), Goiânia (11,83%)
e Belém (10,47%).
Os aumentos acumulados em 12 meses - de julho de 2007 a junho de
2008 - são muito expressivos e bastante superiores ao reajuste
de 9,21% concedido, este ano, ao salário mínimo. As
principais elevações foram verificadas em Natal (51,85%),
João Pessoa (45,02%) e Recife (44,92%). Porto Alegre (27,24%)
e São Paulo (30,83%), apesar de serem as duas cidades mais
caras em maio, têm as menores variações acumuladas
em 12 meses.
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