|


TOTAL
Toni
Garrido e Mossoró Mix
A Gondim & Garcia Produções
começou a vender as mesas para o camarote que será
montado no Mossoró Cidade Junina. No dia 13, será
o lançamento do Mossoró Mix Indoor, com o ex-vocalista
do Cidade Negra, Toni Garrido. O empresário Tácio
Garcia está definido as atrações para o festival
que acontecerá em novembro, bem como a data. A princípio,
acredita-se que o evento deva acontecer em dois finais de semana
seguidos, dependendo das atrações que forem definidas.
Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Biquini Cavadão, Aviões
do Forró e Asa de Águia estão bem cotados e
com negociações avançadas para a segunda edição
do Mossoró Mix Indoor.
Em todo caso, o show do cantor Toni Garrido durante o Cidade Junina
está confirmado. No ano passado falou-se muito do assunto,
mas agora é para valer. Toni Garrido deixa o Cidade Negra
em julho para seguir carreira solo com a Flecha Black, uma super
banda com 10 músicos que já vem fazendo shows com
Toni desde o ano passado em paralelo com o Cidade Negra.
O Mossoró Mix que vai acontecer no Palácio do Forró
e na sua primeira edição, no ano passado, reuniu vários
estilos em ambientes distintos dentro do ambiente. Chiclete com
Banana e Forró dos Plays passaram pela festa, isso sem contar
com atrações locais de pagode, axé e forró
pé-de-serra, além da banda de rock Biquini Cavadão.
Toni disse que tinha pedido férias do Cidade Negra, mas não
houve consenso e ele não viu outra saída a não
ser seguir solo. Falou ainda que a bola da sua saída estava
cantada há oito anos quando ele disse para a banda que teriam
este tempo de contrato para fazer discos e depois ele seguiria seu
caminho, fechando a tampa com 14 anos de Cidade Negra. A idéia
dele era fazer uma espécie de concurso nacional para escolher
um vocalista jovem para assumir o microfone do Cidade e ir em frente
para mais 20 anos de carreira da banda em que fez seu nome.
Toni contou que o Flecha Black funciona na base da cooperativa,
com o dinheiro dividido em partes iguais para todo mundo. A banda
tinha poucos ensaios, tipo um por trimestre, mas a idéia
agora é fazer encontros semanais para azeitar ainda mais
a máquina. Até porque Toni grava disco solo com inéditas
ainda este semestre que pretende lançar com uma campanha
de marketing bacana.
Ele sai do reggae para outro pólo da música negra,
uma mistura de rock, soul e funk velha escola com pitadas afrocaribenhas
ou afroameríndias, como me definiu certa vez Carlinhos Brown.
A massa sonora é respeitável, com duas guitarras que
pesam em vários momentos por Sérgio Yazbek e Cláudio
Costa, o primeiro mais rock, o segundo mais soul. Nos teclados estão
Maurício Piassarollo e Carlos Trilha, este último
produtor dos discos solo de Renato Russo e colaborador da Legião
Urbana na reta final da banda. Marlon Sette, músico de apoio
do Cidade, toca trombone e Rodrigo Sha no saxofone, este já
com CD lançado e figura fácil no circuito de shows
carioca. Na cozinha, Roger Negão no baixo e o trio de tambores
Ronald Silva na bateria, Eduardo Lyra, ex-Paralamas do Sucesso,
e o ogã Marco Luis nas percussões.
Com tudo isso não há quem fique quieto no show. Toni
está cercado por uma formação para Vitória
Régia nenhuma botar defeito. Mas ele bate cabeça para
Sandra Sá com "Olhos coloridos", resgata canções
de seu primeiro grupo, a Banda Bel, com "Nova York meu amor",
"Nega maluca" e "Zanata", todas do único
disco lançado pela Bel com o Toni, "Rei do Rio"
em 1992. A geração 80 do Rock Brasil é bastante
homenageada por ter influído na sua formação.
Ele cita com carinho especial os Paralamas do Sucesso, de quem canta
"Uma brasileira" e "Meu erro", esta em dois
andamentos, o rápido do original e lento, tipo balada. E
ainda "Soldados" (Legião), "Núcleo
base" (IRA!), "A dois passos do paraíso" (Blitz).
Algumas misturas ficaram bem interessantes. Sérgio Yazbek
manda um Purple Haze (Jimi Hendrix) suingado e Toni ehtra no meio
rapeando "Zanata". "Another brick in the wall (Part
2)" entra com "Sex machine" e "Motoboy".
Ele incluiu "Sabe você", uma canção
do bossanovista Carlos Lyra e a nova ''Grande amor'', que ele anunciou
ter sido gravado há pouco por Fafá de Belém.
Não faltou "Tema do solteiro", gravada por ele
em 1998 para o filme "Como ser solteiro" e algumas do
Cidade despida da roupagem reggae, "Girassol", "A
estrada" e "Sombra da maldade".
O show que está ensaiando a carreira solo de Toni Garrido
é uma grande festa. Ele está cantando muito bem, é
um showman que faz a platéia beber na sua mão e demonstra
uma vontade natural de abrir outros caminhos depois de 14 anos de
Cidade. Ele disse que teve o maior cuidado com o momento da saída,
para não prejudicar os demais e declarou seu amor incondicional
à formação que o consagrou.
Fernanda
Vasconcellos faz poses sensuais para a Vip
A atriz Fernanda Vasconcellos, 23, é
a capa da revista masculina "Vip" de junho. Ela ficou
conhecida ao interpretar a personagem Nanda, na novela "Páginas
da Vida" (Globo, 2006-2007).
Em janeiro deste ano, ela ganhou da publicação o título
de "Melhor Mulher do Mundo para Você Apresentar à
Mãe". A atriz foi fotografada em poses sensuais por
Felipe Lessa.
"Sempre me dei bem com família de namorado, de amiga.
Porque às vezes rola isso, mãe quer saber. 'Ah, a
Fernanda vai, então é seguro'. Sempre fui essa amiga",
disse a atriz, que é namorada do apresentador do "Vídeo
Show", André Marques.
A atriz contou ainda que pretende terminar a faculdade de direito,
curso que abandonou no quarto ano, por conta do trabalho na televisão.
Vasconcellos começou na TV no "Fantasia", do SBT,
onde era assistente de palco aos 13 anos.
Em 2005, entrou para a Globo, onde integrou o elenco de "Malhação"
e depois foi convidada para interpretar Nanda, a menina que morria
no parto em "Páginas da Vida". Depois, foi protagonista
da novela "Desejo Proibido" (2007-2008).

Festival
de Woodstock será lembrado em museu
Um museu vai recordar, a partir de 2 de junho,
o lendário festival de Woodstock, quando meio milhão
de hippies se reuniram, em agosto de 1969, para assistir a apresentação
dos grandes nomes do rock e o nascimento da contracultura americana.
O festival marcou toda uma geração de "baby boomers"
no mundo, quando Jimmi Hendrix, Joe Cocker, The Who, Joan Baez e
Ravi Shankar fizeram shows de graça que duravam até
o raiar do dia.
"Woodstock", uma pequena cidade situada ao norte de Nova
York, onde viviam ou gravavam dezenas de artistas como Bob Dylan
e Janis Joplin, não é, na verdade, o lugar onde o
evento aconteceu.
Como o público viveu três dias de liberdade, drogas,
ioga e nudez, o acontecimento, na realidade, teve lugar numa fazenda
de 240 hectares, situada a 76 km do lugar, em Bethel Woods, 200
km ao norte de Nova York.
A compra da propriedade há dois anos por Alan Gerry, magnata
local da tv a cabo, permitiu o investimento dos 100 milhões
de dólares necessários para o museu e seus anexos,
que visam promover o desenvolvimento turístico de uma região
atingida pelo desemprego.
O museu recordará assim como, em 1969, a aventura começou
quando um jovem americano, Sam Yasgur, conseguiu convencer seu pai
da importância do projeto. Max Yasgur, que tinha 49 anos então,
emprestou sua fazenda para receber a multidão que sonhava
com um mundo melhor.
|